quinta-feira, maio 13, 2004

HOMENAGEADO DA VEZ:



FLÁVIO MALUCO



Flávio Quintella é o nosso defensor de fracos e oprimidos, nosso homem de bom-senso do grupo. Com o curso concluído em Direito pela UFRJ, faltando apenas colar grau em função de um desastre burocrático que não sei se já foi solucionado, Flávio continua a trabalhar como colega do Soneca lá na Embratel. Certamente, se tivesse com o bacharelado na mão, já teria tirado a carteira da OAB e tava bem longe de lá.

Durante o CEFET, e inclusive depois de lá, Flávio era o amiguinho colorido do Adriânus, freqüentando a casa do mancebo rotineiramente. Andavam sempre como "Cosme e Damião" por onde iam.

No GIDAT, Flávio não participou não sei lá bem dizer o porquê, mas lembro que tinha alguns que eram contra a parte do laser existir, então não duvido que foi por panelagem mesmo. Na verdade, não se tinha mais nada pra fazer, ele só iria servir pra ficar reclamando (especialidade) mas até para isso já tinha alguém, o Gargamel. Relatos extra-oficiais dão conta que ele preferia aprimorar os conhecimentos dele em casa, sozinho.

Flávio é uma figura folclórica. Polêmico, sempre cria questionamentos sobre os assuntos mais idiotas possíveis. Questionou certa vez o porquê do prato típico mineiro "Feijão amigo" ter esse nome... "esse feijão é amigo, é amigo de quem?". A mesma pergunta vale para os números primos, zoação inclusive já citada recentemente, como diversas frases que entraram pra história que ele repetia à exaustão, como "Cala a boca, Sérgio" (com um papelzinho amarelado e amassado que o capricorniano teimava em não jogar fora), "Brasil, de uma vez por todas, você é um débil-mental", "Brasil, como você está peluuuuuuuudo" (alisando-o intensamente enquanto comentava), "Soneca, larga de ser viado" e " XXX de cu é rola", sendo XXX qualquer palavra da língua portuguesa.

Outra coisa folclórica de Flávio era sua mania em falar bem de seus parentes, especialmente nos dotes culinários. A avó dele cozinhava bem como ninguém na face da Terra, em qualquer lugar q estávamos ela sempre era bem lembrada por ele. Seu pai é mestre em devorar pimentas, e nisso longas histórias acerca dos feitos de seu pai eram apresentadas por ele, mesmo com o "interesse" profundo de todos da mesa.



No campo amoroso, Flávio teve comportamento um pouco diferenciado. Após anos de seca extrema, que como quase todos do grupo eram intercalados com casos que ninguém sabe se existiram mesmo e que tem a maior cara de lenda, Flávio teve um namorico com uma grande amiga minha, Denise, que não deu em nada e pouco tempo depois apareceu namorando uma menina do bairro dele, cujo nome agora não me lembro (quem souber escreva nos comentários). Esse namoro chegou a virar "casamento", moraram juntos, depois separaram e ultimamente o Flávio andava com uma amiga por aí, quem sabe dele é o Soneca.

O destaque de nosso guerreiro colega é que ele em sua pochete carrega um tubo de KY gel, que ele faz questão de exibir pros amigos, certamente procurando alguém pra usá-lo nele, só pode ser. Ou então ele leva uma grana da Johnson&Johnson pra fazer propaganda do produto.


Muita gente tem fama de vaselina, mas só no nosso ciclo de amizades podemos dizer q temos um amigo KY... que defende sua bandeira com unhas e dentes!

Outras histórias do Flávio, sempre nascendo em função das polêmicas frases que ele emite, surgiram quando ele começa a discutir as regras da sinuca. Lógico que nós não somos os donos da verdade, e estamos ali praticando um lazer onde o que menos importa é a regra, que ao longo do tempo e do bom-senso sofre alterações suaves, adaptando ao nosso "achismo". Mas todo mundo acha justo.

Eis que de vez em quando vem o Flávio, e ao notar que nossas regras são um pouco "adaptadas", logo esbraveja:

"MAS QUE PORRA É ESSA, QUEM É QUE TÁ CAGANDO REGRA AQUI? ISSO NÃO É SINUCA!!!!"

E a discussão dura horas, até chegarmos a um senso comum adaptando nossas idéias com as dele (isso parece mas não é nada fácil) e voltamos a jogar.

A vez de falar (mal) agora é sobre o Flávio. Lembrem-se de mais histórias desse nosso amigo que de vez em quando tem uns piripaques de desrritmia (já referido por mim como "Tic-Tac") mas no fundo é um cara com boa capacidade, apesar de um tanto esquisitão.

Sergio Telles insiste em dizer que seu nome é sem acento.

O CENTÉSIMO POST!!!

Uma marca importante atingida num dia tão especial. Há 12 anos exatos éramos libertados como "calouros", continuávamos como tal porém sem mais levar os famigerados trotes que muitos de nós fomos sujeitos à exaustão (que eu me lembre tomei mais de 10, era um saco pq o pessoal da Ilha voltava tudo no mesmo ônibus, era fácil ficar marcado).

De acordo com nosso espião, Adriânus, o trote é uma prática banida do cotidiano cefetiano após um aluno ter dado entrada no PEDRO ERNESTO com grave infecção causada por ter bebido 1 litro de água do Rio Maracanã sem respirar numa competição de calouros, em 1997.

Os números deste blog são interessantes. Cerca de 500 comentários, próximo das 900 visitas, mas um número travou-se na eterna semana do Moore: 13 (a semana de homenagem a ele).

Zagallo certamente faria festa, diria que algo "de muito gostoso" e estranho faz com que esse treze nunca mais saia dali, e que nunca se comece a semana do Flávio. E nada mais justo que pensar no que representa este número que questioná-lo extamente em um dia 13, em que se comemora a libertação dos escravos, e também aquela libertação que passamos, evoluindo de calouros inocentes para cefetianos de carteirinha (e jalecão).

E eis que neste clima de liberdade, vamos finalmente decretar o final da semana do Moore, que na verdade durou mais de 1 mês, e começar a falar do Flávio, no post 101. E que se dê continuidade às homenagens, ainda que tardias!

Sergio Telles, diferente do Presidente Lula, não precisa tomar umas e outras pra escrever essas besteiras 100 noção.

quarta-feira, maio 12, 2004

MOORE SEU BAITOLA, PARABÉNS!

Sucedendo ao nosso caro ilustríssimo colega Sweet Chuck, Gustavo Alberto Cannia Moore completa hoje 27 aninhos de pura viadagem.

Em comemoração, pretende organizar no sábado uma corrida no Autódromo de Jacarepaguá com diversos Peugeots 206 em cores que ele considera de "bom gosto", como rosa, lilás, verde-piscina, grená,. azul-bebê, champagne, damasco e outras viadagens do gênero, tendo direito atrás dos boxes a uma exposição de "invenções que não servem pra PN", com destaque para sua geladeira do projeto final.

Sergio Telles acredita que o projeto de Moore seja interessante mas com certeza seu colega entrou numa fria.

terça-feira, maio 11, 2004

PARABÉNS SWEET

Hoje, 11 de maio, é comemorado o aniversário de um de nossos maiores colaboradores: Eduardo Pereira Gaspar de Oliveira, o Sweetchuck. O próprio propôs uma celebração sexta-feira às 9 da manhã no Supermercado Mundial da Sães Pena, mas acho que não vou poder ir...

Gustavo Moore está juntando dinheiro pra comprar o Mundial e transformá-lo numa casa de bingo - com o público frequentador atual renderia muito mais!