quinta-feira, abril 22, 2004

A CAAASA DO ESPAAAANTO - Parte II

Na primeira noite maus presságios: Luana simplismente desmaiou, aparentemente sem motivos, eu não conseguia dormir apesar de totalmente arriado. Após algumas horas, quando todos se recolheram, Luana jurava que sentia a presença de alguém no armário do quarto de casal (o que diria a platéia do Ratinho ao ouvir essa?) e o Brasil estava dividindo o quarto com o Sergio que falava dormindo na mesma quantidade que de quando estava acordado (só um pouco mais baixo). Brasil ia pedir pra dormir abraçadinho com alguém, mas Soneca não pôde ir porque estava trabalhando pelo XV carnaval consecutivo (provavelmente depois do trabalho pernoitou na casa de um "casal" amigo). Havia alguma presença muito ruim na casa. Por toda a noite ouvimos barulhos de morcegos-vampiros (seria o Mimi?). Alguém acordou e foi para a sala conversar. Alguém chegou a propor aquela brincadeira do copo, a brincadeira favorita do Tim Maia, mas ninguém topou. Quando finalmente conseguimos dormir tivemos pesadelos terríveis.

Eu mesmo sonhei que o Brasil estava pelado correndo atrás de mim gritando:"Agora é minha vez!!! Agora é minha vez!!!". Eu não sabia o que o Brasil queria no sonho, mas felizmente acordei antes de ele me alcançar (foi sorte mesmo, porque o cara corre mais que o Carl Lewis com diarréia). O Sergio sonhou que todas as garotas chamadas Aline foram extintas do universo. O Eduardo, a Luana e o Brasil, coitados, sonharam que estavam ouvindo amarrados um discurso do Sergio - e no fundo tocava uma música do Kenny G.

Aquela noite foi só o prenúncio de algo muito cruel que viria a seguir...

Continua...

terça-feira, abril 20, 2004

HEAVEN KNOWS I'M MISERABLE NOW - The Smiths



I was happy in the haze of a drunken hour
but heaven knows I'm miserable now
I was looking for a job, and then I found a job
and heaven knows I'm miserable now

In my life
why do I give valuable time
to people who don't care if I live or die

Two lovers entwined pass me by
and heaven knows I'm miserable now
I was looking for a job, and then I found a job
and heaven knows I'm miserable now

In my life
why do I give valuable time
to people who don't care if I live or die

What she asked of me at the end of the day
Caligula would have blushed
"You've been the house too long" she said
and I naturally fled

In my life
why do I smile
at people who I'd much rather kick in the eye

I was happy in the haze of a drunken hour
but heaven knows I'm miserable now
"You've been the house too long" she said
and I naturally fled

In my life
why do I give valuable time
to people who don't care if I live or die

A VERSÃO REAL DA MÚSICA...


Morrissey excitou-se tanto com a versão de Gustavo da música que imediatamente decidiu praticar um sexo selvagem, comendo um monte de frutinha explicitamente


Eu queria pagar um bok (I was looking for a blowjob)
E eu paguei um bok (and then I found a blowjob)
Numa rola fenomenal...

De lascar...
Hoje não consigo nem sentar...

De tanto sentar
Eu queimei

Minha roscaaaaa...

Sergio Telles admira a capacidade de plágio de Moore, apesar de ele nessa ter implicitado desejos muito obscuros.

Um breve PS: O Morrissey não tem uns ares do Oscar Schimidt ("Eu tenho NOJO, NOOOJO"). Pela letra da música, o Morrissey não tem nojo de nada não... hehehe

PS2: Tá bem, ele também lembra o Zé Ruela do Skank, se alguém for reclamar. Mas não tem nada pra ser zoado em função disso.

PS3: Só para terminar os PS em número primo ímpar. (de acordo com o Flávio Maluco, "É primo, mas é primo de quem? Isso não é matemática!")

segunda-feira, abril 19, 2004

A CAAASA DO ESPAAAANTO - Parte I

Rio de Janeiro, véspera de Carnaval em 2002.

Depois de quase um mês de desorganização, a nata do GIDAT consegue uma casa para passar o carnaval. Mal sabia o pequeno grupo de jovens adultos que algo terrível estava para acontecer. Depois de uma viagem de mais de 6 horas em uma estrada congestionada dentro de um carro superaquecido (não só o motor, mas também o assoalho e os bancos) chegamos ao destino: a casa-matadouro. Sergio, Brasil e eu já havíamos nos programado de sair pela rua pegando umas caiçaras e levando-as para a casa. Eis que eu peço arrego logo na chegada. Assim que adentro na escura mansão sinto uma terrível febre e vou me deitar (espertamente me acomodo na sala, onde ficava a televisão e o video-game), mas desisto de dormir pois Sergio e Luana insistem em ver o "Scala Gay". Eduardo e Brasil ficam sem ação: não sabem se jogam War ou se discutem astronomia.

Nosso destino no carnaval estava traçado: ao contrário dos filmes de terror tipo sexta-feira 13, ninguém comeria ninguem!

Continua...