quarta-feira, março 10, 2004

SER SERGIO É...


Ser Sergio é...

Impor sua opinião pelo volume da voz


Ser Sergio é...

Atribuir aos outros seu próprio problema sexual


Ser Sergio é...

Realmente se orgulhar de poder encostar a língua no nariz


Ser Sergio é...

Dizer que faz o mesmo trabalho dos outros em mais quantidade e em menos tempo.

Gustavo Moore não tem nada contra o Sergio, mas não poderia perder a chance de cutucar a onça.

"Físicos criam unidade S.I. para chatulência (Veja,1992)"

Durante o sagrado ano de 1992, o físico polaco-russo-brasileiro Ivan Isaac Telles Rubranov Lamen criou uma medição que mais tarde revolucionaria a técnica de comparação à chatulência.

Naquele tempo alguns físicos poderiam dizer, em seus manuscritos, que uma determinada técnica era mais ou menos chata, ou que um professor era mais ou menos irritante que outro, mas não havia qualquer padronização, Ivan Isaac conseguiu esta façanha, criando índices universais S.I. para facilitar a comparação.

Para tanto, este famoso físico utilizou nosso colega Sérgio como podrão, digo, padrão de comparação, atribuindo a unidade "S", lida como sergío, com acento no "i".

Porém, como a unidade sergío era muito grande, o físico percebeu a necessidade do uso do microsergío como unidade mais utilizada, necessitando dos millisergíos apenas em caso de urgência máxima, como a presença do Sandro da meteorologia, ou do Adilton.

A tabela abaixo mostra vários exemplos do calculo de chatulência em sergíos:

FatoChatulência medida em Sergíos (S)
Presença do Paulinho, sem falar nada. 1 µS
Presença do Paulinho, dizendo ahhhhh e puxando alguma camisa. 15 µS
Soneca com cara de cú (com assento!), olhando para o painel furado errado. 13,24 µS
Flávio dizendo que o Brasil é um débil-mental, débil-mental, débil-mental. 18,24 µS
A simples visão de longe do Sandro da meteorologia. 200 µS
Sandro de perto, sem falar nada. 500 µS
Adilton de longe 200 µS
Adilton de perto, sem falar nada 500 µS
Gustavo Moore comendo a borracha de alguém. 1,24 µS
Sandro dizendo que o Mimi é, na verdade, um vampiro. 1200 µS ou 1,2mS
Nosso professor de tel (M.O.) explicando a diferença entre AM e FM 2400 µS ou 2,4mS
Adriano postando bobagem no blog 120 µS
A simples visão de uma pessoa ligeiramente parecida com o Sérgio. 500 µS
Presença do Sérgio amordaçado e dormindo. 5000 µS ou 5mS
Sérgio dizendo que pegava mulher, pelo telefone. 6200 µS ou 6,2mS
Vaga lembrança da cena em que o Sérgio disse "Eu protesto!" 10000 µS ou 10mS
Presença do Sérgio, falando alguma merda... 1000000µS ou 1000mS ou 1S
Presença do Sandro e do Adilton, discutindo coisas diferentes ao mesmo tempo. 800000µS ou 800mS ou 0.8S
Presença do Sérgio, do Sandro e do Adilton!!! Nããããããoooooo.... A vida terrestre acaba, não havendo necessidade de novas medições.


Ivan Isaac Telles está internado até hoje no hospício em Notridame, Ohio, California, Texas por sua ousadia e afronta a comunidade internacional, embora esperamos que seus estudos tenham sido de grande valia.

Adriano Martins Moutinho
não tem tempo de escrever no blog,
mas acaba conseguindo arrumar um intervalinho,
se vocês não querem escrever porque tem
pobrema de hortografia, não posso fazer nada.

terça-feira, março 09, 2004

CALA A BOCA, SERGIO!!!

8 horas 30 minutos 30 segundos
Você sabia que...
o bordão "Cala a boca, Sergio!" surgiu em maio de 1992 quando durante a aula de português o simpático proboscídeo tomou este fora de Andrea por a interromper durante uma retirada de dúvida da matéria?
8 horas 31 minutos 0 segundos

Você sabia que...
Gustavo Moore também não aguenta mais estes textos em itálico, por isso os está escrevendo agora em negrito e azul?
8 horas 31 minutos 30 segundos

SÉRGIO - INESQUECIVELMENTE MALA ... ATÉ QUANDO AUSENTE



Indubitavelmente o Sérgio é uma das figuraças mais marcantes do grupo - QUE DECADÊNCIA !!! - É aquele que tenta manter o grupo o mais unido possível em uma corrente, nem que seja com o Sinucão Podrão, evento comentado anteriormente.

Mas é elemento comentado inclusive quando ausente ... ainda não entendo como sua orelha se mantem firme à cabeça, apesar dos insult ... quero dizer, comentários recitados.

Uma destas vezes foi a primeira viagem que nós - Moore, Brasil, Luana e Eu - fomos a Maricá passar um fim-de-semana. Marcamos cedo para estarmos na casa do Moore. Chegamos praticamente na hora - fato difícil de acontecer. Para o Brasil chegar com 1 hora de atraso teve que acordar às 03:00h. Estávamos todos a esperar o Sérgio sem conseguir contactá-lo, até o momento em que Gustavo consegue falar e ele diz com voz de sono:

- AHHHHHH !!!!! Não vou não pois tenho que arrumar gaveta de meia (ou outra desculpa esfarrapada do gênero)

O assunto da viagem foi o Sérgio ... Sérgio VIADO ... Sérgio QUEIMA ROSCA ... Sérgio ENROLÃO ... NÓS ODIAMOS O SÉRGIO !!!!!

Antes de dormir (estávamos na casa dos pais do Gustavo) mais uma vez falávamos mal do Sérgio em gargalhadas. Quando todo mundo estava quase dormindo alguém recitava:

- EU ODEIO O SÉRGIO ...

Tendo assunto para mais uma hora de insultos ao mesmo (merecidamente).

O negócio foi tão pesado (ao nível de corpulência do nosso nobre colega) que desenvolvemos uma musiquinha inspirada no Mum-Ha dos Thundercats, o qual o inominável deve ressaltar antes dos encontros do pessoal:

ANTIGOS ESPIRÍTOS DO TÉDIO
TRANSFORMEM ESTA FORMA CORPULENTA EM SÉRGIOOOOOO .....
O CHATO ETERNOOOOOOO .....
AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH ..............

Sendo então uma das musiquinhas oficiais do mesmo (em tempo: cadê a musiquinha do Soneca ... aquela do Mamute que a dupla Sérgio e Gustavo desenvolveram?)

Mas esta é uma entre as mil e uma histórias associadas a este elo de união do grupo ... mesmo quando ausente.

Eduardo Sweet está economizando para comprar um carro ... só no dia de São Nunca (esperando cair um carro, pois o gordinho que nem o santo da propaganda já temos)

segunda-feira, março 08, 2004

SINUCA, UMA CAIXINHA DE SURPRESAS

Em uma cidade sem opções baratas de lazer e com pessoas refinadas, educadas e principalmente de bom gosto como nós, nada melhor do que um bom esporte para se passar o tempo. Desde que o Sergio se mudou para a Mangueira, digo, aquele lugar do lado da Mangueira, digo, próximo à UERJ, o famoso sinucão de sábado virou o point dos ex-cefetianos duros.

Com grandes craques da pelota branca, o sinucão foi palco de grandes disputas, com jogadas heróicas. Anderson Brasil é o grande estrategista: calcula o ângulo em que a bola branca deve bater na colorida, mede a velocidade do vento, confronta-a cam a força de atrito através de uma relação vetorial e da aplicação de seno e tangente, mede a força que deve ser aplicada pelo taco e... erra. Suas jogadas são tão ruins que normalmente a pontuação chega ao limbo (ou menos infinito). Adriano Moutinho é um bom jogador do esporte de aposentados (junto com o dominó e a canastra), só que devido à insistência na aplicação das jogadas aéreas (insisto, introduzidas orgulhosamente por mim) são as suas bolas que costumam ir pro limbo, algumas acertando canelas, testas, tetos, paredes e afins. Divide as vitórias com o homenageado da semana, o Sergio, que distrai os adversários com seus comentários sempre instigantes e pertinentes. Eu também sou figura carimbada no jogo. Não sou exatamente bom: apenas jogo o café-com-leite e eventualmente ganho graças ao virtuosismo de outros competidores. Flávio é o homem das regras. Ele está certo em afirmar que ninguém as conhece (principalmente ele!). Soneca e Eduardo são jogadores esporádicos e que costumam ficar entre a divisão de base e a segundona, embora o último já tenha surpreendido uma vez.

Mas nesse jogo, o grande destaque não é o elenco, mas o palco. Por ficar perta da fave... digo, UERJ, o acesso é um pouco difícil. E o que se vai encontrar lá é sempre uma surpresa. Em uma das minhas idas, haviam quase dez crianças jogando videogame, sentadas em cima de uma das mesas. elas empentelharam a gente, se meteram no jogo, gritaram até se esgoelar. Um dos garotos pegou o taco e fez "tchuff" nos outros que estavam sentados na mesa, obtendo quase reação nenhuma dos mesmos, de tão entretidos que estavam com o videogame.

Em uma das últimas sinucas que pintaram apareceram dois elementos mal-encarados, que trataram de aumentar o volume da TV quando começou o podraço "Yo!", o programa de rap da MTV (Associação Brasileira de Normas Técnicas), mas eles estavam na paz... já deviam ter vendido todo o bagulho e estavam folgando. A quantidade de vizinhos sinistros do Sergio é impressionante e, segundo ele, grande parte inadimplente, ou seja, moram de invasão ou de graça mesmo ("devo, não pago, nego quando puder").

O grande anti-jogo é um vizinho tricolor que faz questão de falar mal do Flamengo cada vez que aparece. Eu sou flamenguista e não ligo pra essas zoações com time, tanto que eu mesmo ajudo a zoar, mas aquele cara, por algum motivo, me dá raiva! Um dia em que eu jogava com Sergio e Flávio, ele apareceu, encheu nosso saco, comeu nossos salgadinhos, tomou nosso refrigerante e ainda fez questão de reclamar que não era cerveja. Tentei puxar um assunto mais elitista pra ver se ele se mandava, tipo, sei lá, sobre a velocidade média da expansão das grandes cidades na Ásia ocidental, mas a mala além de mala era instruída. Era a típica figura do gordo-branco-americano que se senta em frente à TV o dia todo e fica assistindo ao campeonato espanhol da segunda divisão, sempre sem camisa e segurando um copo meio cheio de cerveja.

Apesar de tudo, o sinucão é um ótimo programa, além de uma forma excelente de integração. Vale todos os sacrifícios e sempre é uma ótima fonte de assunto em nossos encontros.

Gustavo Moore vai comprar um carro que vende pamonha!
Gustavo Moore vai comprar um carro que vende pamonha!
Gustavo Moore vai comprar um carro que vende pamonha!

domingo, março 07, 2004

"Eu protesto!"



Está aberta a semana do Sérgio! Elemento mais chateador de todo o grupo!

Clone do Cartman do Southpark, Sérgio é uma das figuras mais desordeiras e inteligentes que o
CEFET já viu. Dono de cabelos cacheados e louros, é certamente uma figura lúdica e impossível de não citar quando se fala do GIDAT.

A participação do Sérgio no Gidat foi no mesmo grupo do Marquizie mas ele nunca foi muito de eletrônica, era uma liderança política. Participou de todos os grupos de organização das FETECs da época, sendo adorado por todos os professores... quer dizer, pela maioria dos professores..., ou melhor, por alguns professores... pelo menos um?

Sérgio gostava mesmo era de um bate-boca. Reclamava com a professora de química, protestava na aula da Feed-Back, dizia grosserias para a professora de geografia, tacava giz no Arídio e outras sacanagens mais, que certamente serão lembradas durante esta semana.

Nestes últimos anos, Sérgio se tornou um de meus amigos mais presentes. Muito nos encontramos nos finais de semana para jogar sinuca e outros programas de índio, como comer pizza e ir ao Rico's na Saez Peña.

O episódio mais tosco do Sérgio foi o "Eu protesto!" que aparece no blog sempre que alguem reclama nos comentários. Durante uma aula da Feed-back, que queria dar zero para todos que não fizeram a primeira prova, sem direito a segunda chamada, Sérgio levantou a voz e disse:

"Eu protesto!"

E em todo aquele ano, até hoje, as vezes alguem grita "eu protesto" quando o sérgio chega...

Não vou contar todas as histórias de uma vez, para não arruinar a surpresa! Esta é a semana do Sérgio, nãããããããããããããããããããooooooooooooo.

Adriano Martins Moutinho
está cansado deste texto
final em itálico