sábado, fevereiro 14, 2004

O MUNDO... MARAVILHOSO
A VIDA... BELA
O AMOR... MÁGICO
O RIO DE JANEIRO... CONTINUA LINDO
JÁ O BRASIL...


Dia 14 de fevereiro. Bem como o Brasil, apesar do nome, vive mais sintonizado com as coisas que acontecem lá fora do que aqui, então parabéns para o casal Márcia e Brasil, hoje é Valentine´s Day. Uma semana de homenagens ao Brasil não podia ser mais a cara dele, com uma Sexta-feira 13 véspera do dia dos namorados (para ele), de rodinha nova e ligado nas milhares de sacanagens que ele mereceu ao longo dessa semana. Pra piorar, ele foi agraciado com uma hora extra de zoações, em função do término do horário de verão. É ou não é um sortudo?

Para a descontração geral, vejam esta homenagem ao Dia de Valentine e pensem nos momentos bons da vida a dois, quem já teve a oportunidade de experimentá-los. Pela primeira vez em sua vida, o Brasil tem oportunidade de passar uma data como essa amando, finalmente.

E como o amor é uma coisa superior, não só entre casais, mas o amor cordial, o amor fraternal, dentre muitos outros, nada melhor que nesse dia um flagrante do amor entre colegas nossos queridos (Márcia não fique com ciúmes)


Flávio se declara, emocionado e encachaçado, para o Brasil: "Você é meu amigo!"



Sergio Telles sabe que todos o amam, e por isso jamais estará sozinho.
O ETERNO MUSO

Anderson Brasil foi fonte de inspiração de muitas canções românticas aqui e no exterior (em especial no Afeganistão, onde ele seria considerado quase um santo se eles fossem católicos), mas poucas tiveram destaque tão relevante como as que descreverei agora.

A primeira, baseada em uma dessas musiquinhas pé-no-saco que se cantam nos cultos das igrejas-caça-níqueis (Pequenas Igrejas Grandes Negócios, Templo é Dinheiro, Seita Cheque e outros milhares de trocadilhos infames) foi plagiada por Leonardo Viado, o bobo-da-corte oficial da turma. Aversão oficial da música sem nome (acho) é:

Sai, sai, sai,
Sai do meu caminho
Jesus Cristo está comigo
Satanás está sozinho


Na nova versão ficou:

Sai, sai, sai,
Sai do meu caminho
Se o Brasil está comigo
Satanás está sozinho


Esta música foi e é repetida até a exaustão e, por ser de cunho religioso, tem a finalidade de exorcizar a presença da tentação e da formosura do sósia de Luís Thunderbird.

Há uma outra canção que posso destacar. Desta vez, não um plágio, mas uma adaptação de uma música da cantora (sic) baiana Gal Costa composta por Cazuza, um dos ídolos de Soneca junto com Oscar Wilde, Renato Russo e Miguel Falabella.

Brasil, mostra a sua cara
Quero ver quem paga pra gente ficar assim...


Na nossa versão ficaria algo como:

Brasil, mostra a sua cara
e a música era interrompida por gritos de
"Nãaao, nãao, pelo amor de Deus, nãaaaao..."

Mas a música que mais me enche o peito de orgulho é o plágio da canção originalmente interpretada por Baby Consuelo (uma dessas cantoras que quando pararam de vender discos se converteram, ou seja, crentes que me enganam) e composta por Gaytano Veloso (olha só...outro ídolo do Soneca, assim como Walter Mercado e Joãozinho Trinta). Vejam um trecho da original:

Menino do Rio, calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço, calção corpo aberto no espaço
Coração de eterno flerte, adoro ver-te
Menino vadio, tensão flutuante do rio
Eu canto para Deus proteger-te.


E a versão remasterizada por minha pessoa durante uma de nossas idas ao Siri do Maracanã

Menino Brasil, beleza que dá calafrio
Jabá tatuado no braço, queixão que perfura até aço
Narigão proeminente, indecente
Feinho e vadio, careca e com bigodinho
Eu canto para Deus esquecer-te.


Sabe-se que Caetano ainda homenageou seu muso com outras pérolas - embora ele jure de pés juntos que "Leãozinho" não foi composto para AB, mas não negue a inspiração para "Fera Ferida" - e que Bichael Jackson chorava por Brasil ainda girino enquanto compunha "Ben", isso sem falar que Boy George e Morrisey também contribuiram para o repertório das músicas de louvor ao Brasil. Bem, não vamos nem citar o mega-sucesso "Sandra Rosa Madalena" de Sydney Magal. No entanto, não podemos nos esquecer destas pérolas supra-citadas como exemplo de que acima de objeto de chacota, o menino Brasil não seria lembrado assim se fosse realmente uma pessoa (sic) legal e decente que leva todas as brincadeiras na esportiva muito embora nós peguemos muito pesado com ele.

Gustavo Moore acha ridículas as frases palíndromas como "socorram-me: subi no ônibus em Marrocos" omoc samordnilap sesarf sa salucidir ahca erooM ovatsuG

Brasil - Foto Galeria 01 (provavelmente virão outras)


Apresentamos a seguir uma série de fotografias do nosso ilustre ilustríssimo "menino Brasil" (música que falta ser descrita pelo ilustre Moore - não o que formulou a lei na informática e sim o do Extra, que não é o supermercado). Bem, seguem as fotos:


Brasil em close ... não é bonitinho ? Brasil pegando o fatídico 665
Brasil em Ilha Grande Brasil trabalhando como voluntário em um posto de saúde no ponto final do 666 (Saens Peña - Hell) ... sinistro o lugar
Brasil: professor de matemática (explicando pela 1000ª vez o Teorema do Caos de Strungvlosk) Brasil acordando delicadamente a sua amada após uma noite romântica
Outro close do BrasilBrasil na carrocinha *
Brasil em um momento de descontraçãoBrasil pensando na Teoria do Clodovovisk da expansibilidade de buracos negros e do Worm Hole
Brasil durante cirurgia no joelho


* - Esta foto a princípio não tinha nada a ver, mas era tão non-sense que achei legal colocar


Bem, a princípio são estas, mas provavelmente virão outras ...


Eduardo Sweet sabe que o Brasil é um perigo ... as mulheres não resistem ao seu charme ... um cara que vai longe (e que veio de longe também)


sexta-feira, fevereiro 13, 2004

FELIZ ANIVERSÁRIO, BETONI!!!!



Para quem não sabe, o nosso amigo Bruno Betoni, conhecido nos meios pornôs como Naralho , está completando 26 anos de vida hoje. Esperemos que nosso querido amigo, que já é Mestre pela COPPE e foi lá pra Alemanha fazer outro mestrado (acho que deve ter achado o daqui fácil demais!), continue essa vida de sucessos pelos próximos 26 anos. Parabéns Betoni!

Anderson Brasil está de saco cheio com isso de ficar em repouso para recuperação da cirurgia e passou o dia jogando no computador programas EMOCIONANTES como paciência e campo minado.
BRASIL, UM SER DO OUTRO MUNDO (E DE OUTRA DIMENSÃO)

Sexta-feira 13. Nada mais macabro para uma data como essa do que escrever sobre o Brasil, criatura horripilante que sempre assustou as criancinhas e as menininhas por onde passa. Agora mesmo sinto aquele vento frio correr pelo meu quarto enquanto escrevo esse post, e imagino que ao lerem esse texto todos ficarão com calafrios e outras reações muito sinistras como o homenageado!

Durante o CEFET, por inúmeras vezes o Brasil passou por processos de exorcismo, nos ISA´s (International Sacode Association) e OLODUNS que foi submetido. A sala A-307, infestada pela presença negativa do espírito do Brasil, mesmo quando o mesmo não se fazia presente, ouvia-se vozes no meio dos ventos uivantes que murmuravam agudas e tenebrosas....

"BRASIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIL"

Todos sentiam-se arrepiados, mas não tanto quando o próprio chegava, em geral após o recreio. Quando ele entrava na sala repentinamente, sempre algum desavisado tinha um pré-enfarte, ou o Flávio tinha uma daquelas crises de tic-tac dele. A Renata também era responsável por alguns desses momentos de terror, mas isso seria muito massacre psicológico para uma noite como essas. Deixemos essa para outro post.

No final do CEFET, as conspirações do eixo do mal se fizeram intensas e o belo meritiense foi barrado em nossa formatura na Maxim´s por portar-se de tênis, apesar dos insistentes avisos aos "marinheiros de primeira viagem" que o traje era esporte fino (e não de esportista). Brasil, que deve ter levado umas 4 horas entre São João e o Rio Sul, teve que voltar pra casa com cara de "mifu" e sofreu na pele todas as sombrias descargas negativas que todos nós aturamos nos 4 anos anteriores.

Mais alguns anos se passaram, ele assombrou direto o já sombrio prédio do Centro de Tecnologia da UFRJ, no Fundão (juntamente com a Brígida e outras "beldades" que estudam por lá).

Uma parte do grupo começou a viajar para Barra de Maricá a convite do Gustavo para passar uns dias de "descanso" por lá. Na primeira vez que rolou, como o Gustavo contou, eu dei a idéia, mas acabei furando. Na segunda, foi a que foi mais gente, ficamos na casa dos pais do Gustavo. A partir do ano seguinte, ficamos na casa de um amigo dos pais do Gustavo que tava vazia, e por lá passamos momentos tensos dignos de filmes trash.

Luana cismou que a casa era mal-assombrada, de fato estranhamente ela teve um desmaio, apareciam uns mosquitos por lá que pareciam seres do "Marte Ataca" devido ao tamanho absurdo, sentíamos ventos frios esquisitos e sensações muito estranhas de fato. Naquele ano, o Brasil estava conosco (então, satanás estava sozinho, como já dizia o dito popular).

No ano seguinte, ficamos no mesmo lugar, as mesmas pessoas, exceto... O BRASIL!!!! E eis que não pintaram mosquitos bombados, ninguém teve maus presságios, ninguém passou mal de nada e muito melhor, ainda pintou umas vizinhas novinhas pra dar um mole pra gente (ao menos era uma diversão extra, não tínhamos a mínima intenção de pegar, mas já era mais divertido do que ficar segurando vela do Sweet e da Luana, apesar do pavio da vela deles até hoje estar branquinho, intacto). Tivemos alguns estresses especialmente em função da chaticie da Luana que tava muito cri-cri naqueles dias lá, e ainda tivemos a inspiração para homenagear o Brasil com um samba-enredo especial para a sua escolha carnavalesca:

"Ó meu Brasil,
Pq vc não vai pra PQP?
Trocou a viagem a Maricá,
Por uma porra dum bate-papo com o EDVAR!"

Enfim, o Brasil é que assombrava a casa, que finalmente foi vendida e perdemos nosso ponto de encontro por lá, mas não estamos desanimando, se tudo der certo em breve estaremos marcando outros encontros espituosos como esses do carnaval (já viraram uma certa tradição: o Gustavo querendo sair de baiana, eu tascando o carro do Soneca a 100 km/h nos quebra-molas da cidade, o Sweet querendo dormir e a Luana... bem o que a Luana queria fazer a gente num pode dizer agora pq o Sweet não está preparado pra escutar!)

Sergio Telles adora uma tradição e já está saudoso de ver as fitas do Hermes e Renato.

CURIOSIDADE DA SEMANA

A VOZ DO BRASIL




19 horas de uma sexta-feira 13. Nos rádios de nossa nação entra no ar sem direito a habeas-corpus "A Voz do Brasil". Apesar de tão incômoda como este tradicional programa da Radiobrás, o assunto do nosso post é sobre o mistério que cerca o porquê do Brasil falar daquele jeito.

Alguns acham que a sua voz lembra o Kenny, pois somente seus amigos mais próximos conseguem compreendê-lo. Outros acreditam que o Brasil numa daquelas transformadas já citadas fez o seu bioritmo sair das 33 1/3 rotações para 78 rotações, que nem um disco de vinil dos anos 50, os quais seu falecido pai gravou alguns como um bom cantor que era (quem diria...). Especialmente quando precisa explicar alguma coisa, ou falar em público, ele começa a agitar seus bracinhos de Tiranossauro Rex e falar cada vez mais rápido, mais alto e mais esganiçado, ficando uma hora completamente incompreensível.

Descobrimos como o Brasil estava ganhando uns trocados de uns anos pra cá. Ele foi contratado pela Central Globo de Jornalismo para fazer a dublagem daquela voz-de-Pato-Donald que todos os entrevistados que não podem revelar a identidade usam. Sua voz acabou ficando famosa e sendo útil à sociedade apesar de não ser o melhor de seus atributos (se é que há algum atributo que seja bom).

Sergio Telles com seu potencial de voz é líder de audiência das manhãs pela Rádio IPP (Instituto Paulista de Piadas).

quinta-feira, fevereiro 12, 2004

O DESBRAVADOR DO FIM DO MUNDO

Pelo título todos já sabem do que falarei nesse post: sobre a lenda que justificava os atrasos de mais de 3 horas do Brasil nos tempos do CEFET, e que reduziram-se para 2 horas em média após 1998, quando o metrô na Pavuna foi inaugurado e em conjunto com a Linha Vermelha melhoraram o acesso à longínqüa residência do pobre girino.

Consta nos papiros do GIDAT que o Brasil saía de sua casa, pegava uma seqüência de cipós até chegar em uma rua de terra batida (uma TRILHA na mata, pra ficar bem claro!) onde andava 500 metros e enfim chegava na Jegoviária, obra superfaturada da Prefeitura meritiense que partiam diversos asininos e muares para as mais diversas localidades da Baixada Fluminense, sendo a linha mais concorrida a que ligava a "Jegoviária x Portal da Quarta Dimensão", a qual o Brasil diariamente enfrentava, após uma fila de 30 minutos e de diversas mulas se negarem a cumprir a viagem empacadas.


Chofer da linha que o Brasil pegava fazendo manobras no ponto final, na Jegoviária de Vilar dos Teles


Chegando ao Portal, o Brasil sofria uma forte mutação para ser transformado linearmente da quarta para a terceira dimensão, o que dá a ele e todos os moradores da sua região aquele aspecto feio pra burro. Nessa transformação, ele desembocava no terminal rodoviário da Pavuna, onde ele pegava o 665 (Pavuna - Saens Peña), à época uma linha muito ruim que pegava intermináveis engarrafamentos da Avenida Brasil, a única opção confiável de transporte. O trem seria uma segunda opção, mas a linha de São Mateus e a de Belford Roxo, que atendiam à Pavuna, pertenciam à CBTU e funcionavam de maneira precária, estando muitas vezes fora de operação por semanas inteiras.


A linha 665 circulando dentro do "habitado" Parque Colúmbia para pegar mais passageiros antes de seguir viagem pela Av. Brasil


Por isso, o Brasil por mais que nunca aparecesse antes das 10 da manhã, jamais foi reprovado por faltas por nenhum professor: todos compreendiam seu flagelo...


Atualmente é muito mais confortável deslocar-se entre a Baixada e o Centro do Rio, pela Linha 2 do Metrô



Em um outro momento, já depois do CEFET, Brasil mandou um e-mail fazendo citações engraçadinhas no final sobre a história da Chapeuzinho Vermelho, que me levou a criar uma história semelhante envolvendo o próprio no papel da Chapeuzinho, sua avó como a vovózinha (que então morava em Irajá e agora mora no céu me parece) e o Lobo Mau devia ser o EDVAR, nem lembro. Espero que no comentário o Brasil relembre um pouco mais desse conto que ficou bem engraçado, diferente das citações do Oscar Wilde que ele adora colocar no final dos seus e-mails inúteis, complementando lixos como piadas em inglês ou comentários intermináveis sobre a "qualidade" do Senhor dos Furicos... é muito sem noção!


Sergio Telles fez um projeto para a Prefeitura de São João de Meriti otimizando as linhas de jegues, que se tornaram altamente lucrativas.
BRASIL, O IMPOPULAR

Em 1995 vivenciei uma experiência que na época foi muito ruim pra mim e muito pior pro Brasil, mas que hoje até acho graça.

Estava eu me adaptando à nova turma no CEFET, quando, na aula do Artexes (o Vicentinho dos professores, que usava barbão, tinha lingua presa, cuspia enquanto falava e tinha voz de taquara rachada) adentra na sala o sinistro herói da semana.

A minha turma depois da do GIDAT, era algo impressionante: enquanto no GIDAT, a maioria era de nerds e malucos com um punhado de maus-elementos que não chegavam a contaminar a turma, na nova, a proporção de malucos era só um pouco menor, a de nerds era muito menor e a de maus-elementos era de pelo menos o dobro. Logo quando cheguei, recebi a sinistra e merecida alcunha de "topete" (meu cabelo era grande, mas apontava pra cima, como o da Marge Simpson, só que liso e marrom). Lá pelo segundo mês, me perguntei se alguém como o Soneca, por exemplo, sobreviveria naquele ambiente.

Pois bem, quando o Brasil entrou na sala não me viu, mas todos o viram e, o papo que rolou em algumas filas ao lado foi: "quem é esse spantalho?"... "olha só a cara..."..."de onde veio esse?" etc, etc, etc. Tendo ele se sentado umas duas carteiras à minha frente, o chamei e cumprimentei. A resposta da turma foi quase imediata. Alguém me falou:

- Você conhece esse cara?
- Conheço é meu amigo, o Brasil.
- Brasil??? hahahaha.... você é amigo desse cara???
- É...

Eu deveria ter respondido: "sou, mas tenho amigos piores aqui!", mas isso não me veio na cabeça na hora.
Depois de algum tempo, o pessoal aprontou uma brincadeira. Alguém falou: "Brasil! Brasil!" e quando ele se virou pra olhar, quase toda a turma moveu os cotovelos para trás com os punhos fechados, mandando ele se foder. Eu ri na hora, pois foi bem combinado e, convenhamos, bem "coreografado", mas o que se seguiu foi uma reação séria de AB, depois ele se virou pra frente e não olhou mais para qualquer direção, apesar das bolinhas de papel e outros objetos que tacaram no infeliz durante toda a aula, o que me deixou muito incomodado.
Terminada a aula, fui falar com ele, que foi simpático como sempre, sorrindo como se nunca tivessem sacaneado ele, como se o ambiente não tivesse sido hostil.

Os anos se passaram...

Em 2003 fui ao churrasco comemorativo de dez anos da mesma turma. Lá encontrei todos mais enquadrados, tranquilos. Sim, eles haviam crescido e ocupavam bons cargos em multinacionais, estavam se casando, tendo filhos. Mas numa dessas conversas de recordação dos bons tempos, eis que alguém surge com: "e o Brasil? Vocês lembram daquele moleque, aquele tal de Brasil? hahahahahaha...."

Desta vez ri sinceramente, achei graça mesmo! Aquela turma não merecia o Brasil. Bem feito pra eles!!!

Gustavo Moore tem 6 laranjas e 4 maçãs, se comer 1/3 das laranjas e metade das maçãs, com quantas frutas ficará?

MINHA PRIMEIRA FOTOGRAFIA PÓS-OPERATÓRIA



Anderson Brasil é um matemático sedentário, mas apesar disso já está de saco cheio por estar há mais de 24 horas de molho pós-cirúrgico em casa.

terça-feira, fevereiro 10, 2004

OPERAÇÃO REALIZADA COM SUCESSO!

A equipe de borracheiros, ops, de paramédicos, ops, de médicos do GIDAT confirma o sucesso da operação da rodinha do Brasil. A rodinha velha e gasta foi substituida por uma de aro 17, de liga leve. Agora o Brasil vai poder tirar onda por aí e veremos ele mais vezes de bermuda, possivelmente! As outras 2 rodas permanecem do jeito que são, a mais usada sendo de aro 26 com pneu slick.

Imformou Márcia Rocha para o plantão do GIDAT, 10 ANOS.
BRASIL, O PERIGOTE DAS MULHERES

Pegando o gancho do post do Adriano, falarei sobre um assunto que o Brasil domina muito bem: o universo feminino. Como a Luana diz, o Brasil é uma moça, logo, ele fica logo entrosado com as outras moçoilas e nota todos os defeitos das outras, com nítida inveja: "Luana, como você está gorda!", "Márcia, sua feiosa!", entre outras observações que não vêm ao caso.

Brasil despertou para o amor quando durante a faculdade foi apaixonado por uma colega, de nome esquisito, e que certamente era esquisita também. Parece que ela também era a fim dele, mas como muitos de nós do grupo (especialmente eu, o rei dos "quase") a parada melou (no mau sentido) devido à timidez e uns desencontros, como falta de tempo e coragem de ambas as partes. O Brasil gostou muito desta menina de verdade, todos sabiam disso.

Depois veio um caso caliente com sua amiga Bilausina, que deixou o maridão chifrudo em Colatina para ter um tórrido romance com o Brasil, recheado de bricadeiras sexuais que envolviam brinquedos exóticos como calculadoras científicas e livros de matemática com mais de 1000 páginas (ai, como era grande...). Bilausina foi para sua terra, o Brasil foi lá visitá-la e conhecer pessoalmente o corno que só via por fotos, e tudo ficou desse jeito... Brasil até hoje relembra na memória aquelas longas tardes de maratona pan-sexual com livros e equações enormes e quando havia alguma evolução ou solução, eram orgasmos múltiplos simultâneos... que lindo!

Brasil depois descobriu o universo cibernético, um pouco até incentivado por mim (coitado). Primeiramente, apaixonou-se virtualmente por uma amiga nossa que ele conheceu e depois me apresentou, essa menina a gente conversa sempre a muito tempo e ela inclusive tá com um namorado atualmente, o nome dela é Cristina e ela é aqui do Rio. Foi uma paixão virtual meio volátil, não durou por muito tempo, até porque a tal menina é muito ruim de jogo, nem eu nem ele a conhecemos pessoalmente até hoje, mesmo quando sozinha ela é bem receosa com relação a evoluir da coisa virtual pra real (mesmo que como amizade).

Logo em seguida, o Brasil teve talvez o grande amor da sua vida. Não, não foi por um novo livro de álgebra vetorial, não. O girino Brasil conheceria uma menina de Curitiba, a qual nunca conheceu pessoalmente por falta de coragem, que conversavam noites e noites e que se encaixavam perfeitamente, segundo ele (virtualmente falando, é claro). Ele foi deixando o tempo correr demais, uma hora ela acabou seduzida por um ex e ele ficou com cara de bunda na merda, ficando mal por um bom tempo. Manteve a amizade com a menina e julgava que "jamais vou achar outra no mundo como ela", me dizia o exagerado neo-anfíbio adulto.

Pois eis que no fim de 2003, apresentei-o casualmente a uma menina que já conversava a 4 anos pelo ICQ, quando olhei o blog dela e vi que era a cara do Brasil (não, o blog nem era feio, bem bonitinho e bem diagramado, mas tinha as idéias meio pancadas e sem-noção que nem as dele). Ela também tinha um "fantasma" semelhante ao dele (a única diferença é que ela é menos looser e o cara é um ex-namoradinho dela), e pensava exatamente o mesmo, que jamais encontraria outra bota velha que encaixasse no seu pé torto. E não é que a coisa evoluiu e deu certo, pelo menos por enquanto? Esses dois parecem se gostar muito, concordam?

Brasil, com seu carisma já citado, assombra pela displicência com que nota as abordagens que sofre. Ellen Rocche morre de amores por ele, Juliana Paes é louca pelo rapaz...



Ellen Rocche tentou mirar o coração do Brasil por muitas vezes mas quem ficou com o galã foi a Márcia Rocha.


Ele vive triste pois Jenniffer Lopez, a empregadinha mais bem paga do mundo, jamais o cortejou. Por essa displicência, o Brasil não sabia quem era a Tiazinha, a Scheila Carvalho, a Luize Altenhofen, a Ana Luíza Castro, a Maria Fernanda Cândido ou qualquer mulher interessante brasileira que tá na boca do povão. Agora, falou na filha do num-sei-quem que faz uma pontinha num seriado da Sony ou num filme de Hollywood (especialmente se for da trilogia do Senhor dos Furicos), o viado sabe quem é, por mais que seja uma americana sem graça branquela e peituda. É um rapaz antenado nas belezas da própria terra, como podem observar.


Sergio Telles duvida que o Brasil saiba quem é a Ana Luiza Castro e aposta que ele odiou esse post especialmente por causa da ilustração, que julgou "direta, primária e desnecessária".
"Aluno, em tese..."

O homenageado desta semana é o nosso mais novo colega que entra, com trocadilho, para o magistério superior sendo professor de algum cálculo I, matéria em que o soneca também se especializou.

Brasil talvez tenha sido um dos poucos cefetianos que, desde o início, já sabia o que queria da vida, e não era eletrônica. Anderson Roy Brasil sempre respirou matemática desde o início, tendo profundo conhecimento e interesse em derivadas e integrais, quando ainda estávamos no início do segundo grau.

Nosso amigo de fala assíncrona é certamente gente que faz! Enquanto todos achavam que ele tinha feito uma grande besteira não completando o Cefet e sendo reprovado em educação física, Brasil correu atrás do tempo perdido no curso técnico e terminou o mestrado em tempo recorde! Sendo o primeiro gidatiano a ingressar no doutorado e dar aula no ensino superior...

Nada disso teria sido possivel se não fosse a obstinação tão comum do pessoal do nosso grupo, aliada a uma mente privilegiada e uma voz característica de invejar até mesmo o zé bonitinho, sua eterna inspiração.



Ao longo desta semana, estaremos contando as inúmeras histórias de nosso tão diferente colega, o único que não é técnico e teve coragem de seguir sua inclinação e desistir do CEFET, embora apenas no fim do quarto ano...

Adriano Martins Moutinho é
campeão interestadual de Shoriukens
em seqüencia com o Ryu e o Ken

segunda-feira, fevereiro 09, 2004

MEU PRIMEIRO COMENTÁRIO REFERENTE AO QUE SE TEM FALADO SOBRE MIM NESTE BLOG (inspirado em uma frase que foi uma vez dita por um gênio)

MAS POR QUE É QUE VOCÊS ME SACANEIAM TANTO?!!!!!!!

Anderson Brasil é Bacharel, Mestre em Matemática Aplicada e professor da cadeira de Cálculo Diferencial e Integral na Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas ainda assim sempre erra as somas na hora de calcular a pontuação das pessoas no jogo de sinuca.

domingo, fevereiro 08, 2004

Wellcome to 3-D ELT

Bem, esta cena ocorre em uma turma diferente do GIDAT, quando o Brasil se transferiu - devido o assédio constante dos(as) fãs e ameaças de morte após a destruição dos hologramas - para a turma 3-D Elt (a minha por acaso).

Nesta existia um evento denominado "OLODUM", onde uma vítima servia de BUMBO ou PANDEIRO para um grupo de artistas iniciantes que não reconheciam a própria força.

Após algum tempo de presença na turma o Brasil foi merecedor de servir como instrumento de percursão aos membros desta, sendo então iniciado. Mas ele foi honrado a recitar os últimos dizeres antes do batismo e tal qual foi a resposta:

"Estou muito feliz de estar na 3-C Elt"



Acho que foi pelo fato de ter errado o nome da turma que deu para ouvir a distância os "UI!!! AI!!! SOCORRO SOCORRO!!!" acima do que estávamos acostumados.

Eduardo Sweet sabe o desespero passado pelo Brasil :-(...
O FILHO DO VENTO


Em um dia frio e nublado no ano de 2000 estávamos eu, Eduardo Sweetchuck, Anderson Brasil e Luana Globesteira - a globeleza da turma* - na praia da barra de Maricá, na época deserta e não muito suja. Vimos surgir uma revelação do atletismo, uma lenda viva que havia desperdiçado metade de sua vida com cálculos inúteis.
Eram dias felizes aqueles do feriadão de (finados eu acho...). Sergio Telles havia deliberadamente e criminosamente FURADO uma viagem já planejada algumas semanas antes. Já estávamos quase cansados de tanto falar mal do pobre Zeppelin-com-pernas quando decidimos praticar atividades esportivas na praia. Eis que surge para nós uma surpresa: o Brasil estava usando bermudas, talvez pela primeira vez na vida, já que até hoje achamos que o guarda roupas do mesmo só tem camisas xadrez-São-João-forever, casacos de motoqueiro, calças jeans e pantufas de coelhinho.
Em lá chegando, depois de mais ou menos meia hora de tênis-de-praia, também conhecido como frescobol, um dos esportes favoritos do pai do Sergio, eis que Luana sugere uma corrida de uns 100 metros. Assim como em todas as idéias da Luana, torcemos a cara, mas a completa falta do que fazer nos convenceu que não seria de todo mal aquela disputinha. Definido o ponto de chegada, foi dada a partida. Em meio à areia levantada pela nossa velocidade estonteante e nosso peso absurdo, mal conseguimos enxergar à frente. Eu apenas sabia que alguém deveria estar muito à frente. Seria a Luana, gordinha e com as pernas curtas? seria o Eduardo, cego e sedentário? Não, a Luana não ousaria chegar à frente do namorado, e o Eduardo não seria tão visível, já que era exatamente da cor da areia. Eis que quando chegamos, vimos que o grande campeão era o Ben Johnson brasileiro, o Flash do Ceará: Brasil, o filho do vento!!! Ele, que alegava problemas de coluna apesar de invertebrado, havia se aproveitado da ausência de atrito entre seu corpo e a areia e foi flutuando calmamente até a chegada, tal qual o Geléia, dos caça-fantasmas.
Depois daquela aventura esportiva passei a disseminar a teoria de que ele já poderia lutar com o Mike Tyson, já que para isto era preciso saber bater muito bem ou correr muito bem, e, nesta última ele estaria anos-luz à frente!

*Só uma explicação: a mulata Globeleza, assim como suas similares niteroienses é quase irreconhecível de roupa, não é levada a sério quando fala e é amancebada com um gringo muito inteligente mas com cara de bobo.

Gustavo Moore fundou uma seita que prega o paraíso para os jogadores de videogame. Continue após continue, chefão de fase após chefão de fase, até o Game Over final. Amém.

PERSONAGEM DA SEMANA
ANDERSON BRASIL



Em uma mudança repentina, eis que surge o novo homenageado, o BRASIL! Devido ao resultado do concurso para professor substituto da UFRJ, onde o dito cujo passou, não nos restou outra alternativa, por questão de coerência, de colocar o Brasil dentre os professores homenageados.

E o blog GIDAT, 10 ANOS lança a mais nova enquete. Qual dos Brasis representa melhor o Brasil? Deixem comentários se preferem o Burrico ou o Bin Laden. De toda forma, como podemos notar, o Brasil tá se fudendo o tempo todo.

Nascido em agosto de 1977, morador da longínqua municipalidade de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Brasil é um brasileiro típico: feio, baixinho, todo torto, todo fudido (vide foto), pobre e looser. Pra compensar, é inteligente e leva as paradas na esportiva.

Estava meio perdido lá no CEFET, pois desde o início demonstrava infinito interesse pela matemática e curiosidade tendendo a zero para eletrônica e ciências afins. Desde os primeiros meses, causava polêmica sua habilidade em resolver derivadas e integrais, até porque Brasil nunca era um aluno de excelentes notas, mesmo em matemática e física, o que desde então já apontava prum certo defeito que é muito bom para quem é pesquisador: se concentra excessivamente no que se gosta, mas não no que importa na prática (que era a matéria que era dada, e não aquelas viagens que ele fazia).

Adorador da função caótica, Brasil todos os dias sofria ao pegar o ônibus 665 (Pavuna - Saens Peña), variante do 666 (Alaska - Saens Peña), que passava uma vez em pouco lá pela casa dele. Mal ele sabia que a operação dessas linhas era regida pela tal função caótica. Chegava ele feliz e contente em média às 10 da manhã com aquela camisa quadriculada de "o ano inteiro é São João!" homenageando o santo padroeiro de sua cidade.

No GIDAT, Brasil ganhou destaque em relação aos outros de lavada, literalmente. O episódio que ficou marcado foi sua presteza em limpar os filmes holográficos em água corrente, detonando as frágeis películas e fazendo o Marquise ter que devolvê-las com a maior cara-de-pau ao Prof. Lesche. De resto, pouco lembramos dele no Laser ou no GIDAT como um todo, até porque na época ele preferia ficar jogando xadrez com o Alan, um chato que tinha lá, perto da porta do Grêmio. Outro "desafiante" que o Brasil sempre perdia era o Cléber, mas esse logo saiu do CEFET e ele teve que buscar outros caras para manter-se invicto (ele nunca venceu ninguém, exceto por WO ou por WC, ou seja, cagada).

Brasil era idolatrado pela turma. Ao chegar, sempre mais ou menos na hora da "merenda", ouvia-se o coro de vozes da sala A-307: "SAI, SAI, SAI, SAI DO MEU CAMINHO, SE O BRASIL ESTÁ COMIGO, SATANÁS ESTÁ SOZINHO!!!", criado carinhosamente pelo Leonardo FDP. O Gustavo fazia dezenas de charges sobre o Brasil, algumas delas no quadro durante os intervalos. Era um carisma impressionante.

Da turma do Sweet Chuck, a turma 3DELT, o Brasil arrumou outro apelido, em função de seu biotipo atlético... Roy Hess, da família Dinossauros, um tiranossauro Rex de bracinhos curtinhos, bem ao estilo do nosso colega matemático.



Brasil não concluiu o técnico por uma questão de genialidade, conseguindo ser reprovado em educação física. Acho que do pessoal do GIDAT é o único que não tem diploma do CEFET. Terminou o segundo grau num supletivo doido lá qualquer e passou para Matemática na UFRJ, sendo que já no quinto período estava fazendo mestrado também, finalmente descobrindo para o que sua inteligência servia: PRA MERDA NENHUMA!

Atualmente Anderson Brasil da Silva, M.Sc., está cursando o doutorado na própria instituição, aos trancos e barrancos. Estará nessa semana operando sua rodinha (o joelho) pela segunda vez, corrigindo umas más formações congênitas. Esperamos que corra tudo bem.

E recentemente, o girino finalmente está virando um sapo robusto, ao iniciar um romance com a Márcia, menina tão doida quanto ele. Em breve, estaremos anunciando o casamento dos dois!

Para terminar, Brasil deu uma entrevista exclusiva ao nosso modesto blog:

GIDAT, 10 ANOS: Brasil, primeiramente, comente como você está achando a abordagem do nosso blog aos homenageados.
ANDERSON BRASIL: Ah, vocês sabem, vocês sabem! Eu acho errado essa coisa que vocês insistem em fazer, de encher esse blog de palavras de baixo escalão!

G: Brasil, diga para nós, ficamos sabendo que você depois que começou a namorar com a Márcia possui um estranho hábito de exigir que a menina faça fio terra em você. Por favor, indique-nos qual dedo você prefere que ela introduza (CHUF!) em você.



AB: Que isso, que isso? Como ficaram sabendo disso? Vocês possuem informantes muito bons, hein, de fazer inveja à CIA. Bom, como eu simpatizo muito com vocês, eu vou contar... Eu prefiro esse aqui, ó, o indicador, mas só até a metade... Ui!

G: Nossa, que grande revelação... Outra coisa... Nos parece que o senhor vive cercado de machos por onde vai, aqueles matemáticos sarados que sempre estão elevando-se a máxima potência para auxiliá-lo na resolução de suas listas intermináveis... Revele para nós, em primeira mão, quantos machos você precisa para sentir-se bem o suficiente para concluir uma lista daquelas?



AB: Puxa, mas vocês são indiscretos mesmo, hein? Imagina minha mãe lendo isso! Iria falar... "ANDINHO, MEU FILHINHO AMADO TORTINHO, VOCÊ NÃO ERA ASSIM!" Mas vamos ver, vamos ver... Tá bom. Preciso de pelo menos 5 machos, se for dos grandes! Se forem menores, preciso de muito mais!!!

G: Caramba, que furo! Isso vai arrebentar! Mas, para finalizar, conte para nós, se o senhor já deu a bundinha, dê uma risadinha....



AB: Hehehehehe... Vocês me pegaram, vocês me pegaram! Tá bom, foi uma vezinha só, quando fiz 24 aninhos, a lenda do EDVAR me assolou e eu fui deflorado copiosamente durante a madrugada toda. Só vivo triste pelos cantos porque ele nunca mais voltou, e eu tenho saudades...


Sergio Telles, diferente do Brasil, é técnico de eletrônica mas não é formado.