sábado, janeiro 31, 2004

"Betoni, o apaixonado..."

Embora pareça tema de novela mexicana co-produzida na Colômbia, ou um capítulo de Days of Our Lives com Barrados no Baile, este pode ser o título para a lasciva e talvez mais interessante história do Betoni durante o CEFET - a sua eterna e inapagável paixão que na época ardia por uma certa menina de outra turma.


Para proteger a identidade da referida, vamos apenas chamá-la de B, pois não queremos que este Blog seja processado por uso indevido da imagem de algum dos seus participantes e referenciados.

Betoni e B, a dupla BB, se conheceram, reza a lenda, durante um curso de origami (?) que ambos fizeram em algum lugar (no SESC?). Desde aquele momento, o coração de nosso amigo batia fervorosamente mais forte.

Como eu já havia dito, B era de outra turma, não da nossa 1AELT, Portanto não a conhecíamos muito bem. A menina era loira, inteligente e realmente muito bonita, o que a fazia muito visada por todos, já que a proporção de mulheres na eletrônica é algo do tipo 1 para 10.

Mas nosso nobre colega não se abatia com a concorrência e colocou o seu plano em ação. Na época, B possuía um namorado, doravante designado apenas como "cachaça", que era, digamos, relativamente feito-de-doer. Isso não só irritava o Betoni, mas também deixava os ânimos exaltados em todas as turmas de eletrônica.

Depois de declarado o seu amor para os amigos mais próximos, todos se prontificaram a ajudar. Jotalhão, muito influente em suas andanças pelo centro da cidade, quase chegou a contratar um traveco para fazer uma cena na frente do cachaça e da B, tudo isso para que eles rompessem e o caminho ficasse livre para o mancebo narebento.

Mas Betoni não concordou com nenhum dos planos maldosos, resolveu tentar o mais difícil mesmo: conquistar a garota na marra!! Com a ajuda de seu astrólogo e conselheiro sentimental Jotalhão, bolaram um plano em que um funcionário da padaria do Jota, disfarçado de motoboy, entregaria uma embalagem de pizza vazia com um presente surpresa para a sua amada, onde estaria assinado: "do seu admirador secreto..."

Secreto mesmo, pois acho que nem mesmo ela percebeu de quem se tratava em primeiro momento. Isso irritou a todos que participaram do plano, mas não ao Betoni, que sofria de amores por B.

O pior ainda estava por vir. Os mesmos nobres colegas que ajudaram Betoni em sua saga amorosa, acabaram por causar alguns problemas mais tarde. Depois de uma noite regada a muita pinga e vinho no petisco da vila, Jota e outros amigos de Betoni seguiram para a casa de B e fizeram uma serenata, ou seja, uma gritaria, que acordou todos os vizinhos.

Betoni, inconformado, ainda tentou outras alternativas, mas acabou nunca conseguindo conquistar o coração de B. Quando soube que a menina iria de vez para a Alemanha, resolveu intensificar o seu curso de alemão e comprar CDs de música popular local. O que lhe deu a adoração e admiração atual pelo país da cerveja e do chucrute.

Mais tarde, anos depois do CEFET, Betoni conseguiu uma bolsa para fazer turismo, hããã... quer dizer, graduação na Alemanha e foi para lá também, quando na época alguns de nós achávamos que talvez haveria um final feliz, ou pelo menos uma continuação, para esta infinita novela latino-americana e agora européia.

Se o Betoni foi para a Alemanha atrás de B, ninguém sabe ao certo, a verdade é que o nosso colega encontrou a garota em um metrô de alguma cidade européia, mas não teve coragem ou não quis falar com ela. As coisas tinham mudado muito nos anos que se passaram, e Betoni tinha se apaixonado perdidamente por uma mulher, que, por ironia do destino, morava no Brasil mesmo...

Depois de voltar para o Brasil e encarar o mestrado na COPPE, Betoni voltou novamente a respirar ares germânicos. Tendo sua vida amorosa desde então, até onde sabemos, ficado parada para revisões técnicas.

A mensagem final, encerrando a semana de homenagens ao nosso internacional amigo ítalo-germânico-brasileiro, é que se as coisas ainda não deram certo na vida sentimental de Betoni é por que ainda não chegou o inevitável destino, a pessoa certa, o sapato que se encaixa perfeitamente, uma peça do quebra-cabeças que vem completar a nossa vida com a felicidade que merecemos.

Adriano Martins Moutinho
é campeão mundial de
xadrez solitário, paciência e
jogo minado. Além de técnico
de Eletrônica.

quarta-feira, janeiro 28, 2004

CURIOSIDADE DA SEMANA
AS MIL E UMA UTILIDADES DA POCHETE MÁGICA DO BETONI


Betoni despertava a curiosidade dos outros Cefetianos por suas peculiaridades. Sempre de calça de moleton, uma mega pochete recheada de inúmeras (in)utilidades e também um imenso guarda-chuva capaz de proteger todo o jardim cefetiano das fortes chuvas de verão que sempre alagavam as dependências do CEFET destruindo todos os equipamentos que ficavam no térreo. Isso sem falar em seus cabelos loiros sempre longos parecendo fios de ovos, os óculos de armação larga pousados sobre a nareba transcedental. Um figuraça.

Mas de fato a pochete era algo que virou lenda com o tempo. Especialmente nos tempos de montagem dos equipamentos do GIDAT, a cada adversidade os mais crédulos juravam que alguma entidade espiritual elevada sairia da pochete do Betoni e tudo se resolveria. De fato, quase sempre as pessoas conseguiam resolver os pepinos, senão o Soneca tratava de auto-escondê-los com toda sua eficácia.

É sabido que na pochete tinha chaves, documentos, dinheiro, batom, blush, lápis de olho, absorvente e KY, coisas essenciais para um mancebo adolescente que se dedicava a reativação de um braço mecânico largado às traças. Além disso, aquela pequena (?!) peça de couro escondia compartimentos que, dentre outras coisas, servia de portal pra quarta dimensão ligando-o rapidamente com Teresópolis (Brasil, que era um fudido na época, tinha que vir fazendo aquelas baldeações que serão bem lembradas na sua respectiva semana). Noutro compartimento da pochete Betoni guardava a sete chaves o segredo de Tostines. Em outra, possuía um pequeno monitor de plasma conectado à internet com tecnologia WAP, presente dado por seu amigo Bruninho.

Porém, o destaque mesmo daquela pochete era a magia, que nem David Copperfield era capaz de superar. Relatos contam que ele uma vez dragou a mulher de branco (uma inspetora velha e muquirana que enchia o saco de todo mundo no pátio do CEFET) e a enviou para o limbo, além de ter feito o Rebouças parar de pedir aos alunos para dedicar-se ao cobre dele, a Wilma parar de fazer o MHS do início ao fundo da sala, o Mauro Otto parar de dar a mesma eterna aula de ondas moduladas por freqüência e por amplitude, seu tema preferido e eterno.

Enfim, a pochete do Betoni tava lá a nosso dispor para a melhoria da humanidade. Até hoje em dia o rapaz sempre dispôe de pochetes, mas não mais com o romantismo e as mágicas que aquela dos tempos áureos do CEFET possuía. Agora ele mesmo dá asas a mágicas em suas criações na robótica, sua especialidade. E o mundo, bem o mundo já não tem mais mágicas que dêem jeito nele!


Sergio Telles, 26 anos, solteiro disponível, procura
mulatas de 1,70 ou similares, para relacionamento sincero.
Promete enchê-la de jóias falsificadas, de passeios no balneário
paradisíaco da Praia de Ramos além de comprar um kitnete com
vista panorâmica em Japeri.

terça-feira, janeiro 27, 2004

Aí pessoal,

Agradecemos ao Gustavo pelos novos banners usados no título do blog. Porém, eu e ele estamos diante de uma polêmica:

Ele criou dois banners, um vermelho (usado no título) e um azul (usado nesse momento nos separadores com a altura reduzida à metade do tamanho original). Comentem sobre qual é o mais legal pra ficar como título e se são favoráveis ou não ao separador.

O Gustavo acha o separador coisa de paraíba e eu acho que ele corta legal especialmente quando ocorrem dois posts no mesmo dia. Então, o poder é de vocês!

segunda-feira, janeiro 26, 2004

"Betoni - O nariz de dissipação etílica"

Durante o CEFET, onde ainda éramos jovens e ingênuos, Betoni já se apresentava como um grande entornador de álcool, capacidade que lhe era dada não pelo seu fígado, ou pelo excesso de esponjices, mas pela sua incrível nareba...

Enquanto a maioria das pessoas, quando bebem, passam a apresentar estados animados de embriagues, nosso colega apresenta um leve avermelhado no seu nariz, resultado da queima completa do álcool em uma adaptação evolutiva da natureza de nosso nobre colega.

Não foram poucas as vezes em que Betoni mostrou todas as suas qualidades etílicas. Durante várias Oktoberfests foi eleito o esponja do ano, bebendo mais de 5000 copos de cerveja com colarinho, enquanto todos os seus concorrentes já estavam em coma alcoólico, tomando apenas o chopp na veia.

Mas não posso deixar de contar a vez em que, por um problema de falta de pagamento, o nosso caro amigo narebento deixou que se formasse uma greve na sua fábrica nasal de queima de álcool, deixando-o totalmente exposto aos efeitos dos mais de 3432 chopps daquela noite.

Em um momento de baixo sangue na corrente alcoólica, Betoni caiu de algum lugar em que estava encostado e ficou no chão por alguns minutos, vendo todas as pessoas se movimentarem ao seu redor sem lhe dar a mínima, mais ou menos como no jogo DOOM, quando o personagem morre.

Depois disso, o embriagado mancebo encontrou-se em um local gramado com apenas uma cadeira onde estava sentado. Apenas flashes o fazem lembrar de tal fato, nem mesmo lhe dando condições de saber se o referido local realmente existe, ou se veio de uma alucinação causada por alguma fase secreta do QUAKE.

Finalmente ao chegar em casa, não se lembrando muito bem como, Betoni percebeu uma certa ardência maior que o normal na região retro-furicular interna. Ao perguntar sobre a referida para os seus colegas de sala, percebeu que na verdade sofreu um ataque de vômito retropropagado de culatras, o que normalmente ocorre com pessoas que bebem demasiadamente e além da conta.

Finda esta nobre experiência, nosso otorrinolaringologista por conta própria resolveu pagar os salários atrasados para reativar a sua fábrica narebo-nazal de dissipação etílica, não ocorrendo mais problemas como estes relatados nesse post...

Adriano Martins Moutinho é
campeão mundial invicto por W.O.
de Elevactor Action, alem de técnico,
engenheiro e professor.
Dormindo perto do inimigo ... INDIANO !!!

Apesar de não ter convivido tanto tempo com o nosso ilústre colega contribuo com este blog me utilizando das mensagens postadas pelo mesmo das terras da Oktoberfest (ou o além, melhor considerada como o paraíso na terra pelo nosso ilústre colega visto o evento citado). Estas mensagens são consideradas pelo mesmo como "mensagens do além" (sempre soube que a Internet chegava lá).

Após a incrível defesa de tese ele retorna às terras germânicas e envia uma mensagem falando sobre sua chegada ao país das loirinhas geladas, carregando 100 kg de tralhas e entrando em um quarto empoeirado e em épocas de Oktoberfest (alguém acha que foi coincidência ?!). O que irá impressionar já neste instante é a citação de seus colegas do andar do prédio, que incluem "o" indiano que o responde somente com um "OK" sempre. "Supõe-se que ele não entenda ABSOLUTAMENTE nada do que digo e esta o dia inteiro falando em um telefone celular" (frase do Betoni)

A segunda mensagem só veio a ser postada 4 meses depois. Compreensível visto os árduos e tenebrosos tempos que foram passados. Descobrimos que os indianos participantes deste programa são capazes de se multiplicar a proporções de hamsters - ou vírus - se tranformando em 3 (três).

O mais importante é a capacidade de transformar nosso tão sereno amigo - capaz de aturar o Sérgio e perdendo somente para o Soneca - em um psicopata potencial. Situação normal visto que para tomar um simples banho seria necessário retirar pêlos do ralo para "não ter que patinar em sopa de pentelho ao curry" (frase do Betoni). Para terminar com este procedimento ele teve que passar a "colocar as perucas que saiam de dentro do ralo na sabonteira deles... acho que entenderam o recado pois pararam com esta gracinha (só esta)." (frase do Betoni). Até então teve de usar a mão para retirar as perucas ou usufruir de seu nariz para os lugares mais profundos .... (calma Soneca).

A parte do chorume não tenho direitos de alterá-la ... o original do Betoni fala por si só ... terei de pagar os direitos autorais ao mesmo ...

"Mas o apice veio recentemente, depois da minha volta. O infeliz que nunca faz nada nem colocar o lixo pra fora, resolveu ajudar... pegou o saco de lixo e o deixou vazar uma agua fétida pela cozinha toda... veio ao meu quarto me chamar assustado, perguntar o q ele ia fazer. Já era tarde de mais...ele foi levar o lixo pra fora ainda assim deixando um rastro de chorume por todo prédio, que agora fede a merda de cima a baixo... agora moro num aterro sanitário que fede a merda... imaginem, inverno, janelas fechadas, aquecimento ligado e ar viciado, com cheiro de merda é claro. Nao satisfeito, o que havia de esgoto ainda no fundo da lata de lixo ainda o vi jogando na pia da cozinha antes que eu pudesse fazer algo para impedi-lo! Maldito!!! Tive vontade de esfregar a cara dele no chorume!! A pia agora tambem fede a merda e a data pra pedir mudanca este semestre ja passou...tudo como se ve, ao meu favor..."

Depois de algum tempo os indianos se vão, deixando Betoni livre de suas companhias. Mas não antes de deixar uma panela de arroz cozido apodrecendo por uma semana no armário do quarto em que estavam. Uma pena para nós leitores, mas para o Betoni ... UM BRINDE A ISTO !!!

Eduardo Sweet quer continuar recebendo os textos que lhes traz bons momentos de risadas, conhecimento e relembra do velho camarada que está em terras distantes mas que sempre é lembrado nestas bandas tropicais.

domingo, janeiro 25, 2004

UM BRINDE AOS INDIANOS

Apesar de ter convivido com a presença da figura sisnistra e etílica de BB por dois anos, a minha grande lembrança dele vem de alguns momentos de ausência: os fantásticos e-mails "notícias do além" em que ele retrata a passagem dos filhos de Sheeva em sua vida.
A multi-membrada deusa provavelmente ficaria azul de vergonha ao ver o que seus pupilos subdesenvolvidos andaram aprontando no velho continente. Vindos de um país em que as pessoas têm uma coloração de pele semelhante à da azeitona (algo como o verde-brasil-escuro), provavelmente conseguida em sessões de banho e bronzeamento no rio Ganges (onde você, ao tomar banho, purifica a alma, mas se enche de micoses), os indianos fizeram proezas como encher o ralo do banheiro de pelos pubianos (imagina então o sabonete!!!), jogar chorume em uma pia de cozinha, guardar arroz pronto em um armário por mais de uma semana, lamber os próprios sovacos após uma partida de futebol, soltar arrotos de 10 segundos e flatulências noturnas que os obrigam a se cobrir para conferir o odor.
A imagem de nosso narebento colega segurando uma pá de lixo com uma teia capilar grudada por um líquido mal-cheiroso enquanto fazia uma raramente sóbria cara de ódio me fez ter uma crise de riso em pleno serviço. Mas tudo o que é bom dura pouco: os simpáticos asiáticos se foram, deixando meus e-mails recebidos um tanto mais sem-graça...
Betoni, por favor, pelo amor de Sheeva, escreva mais histórias de indianos, mesmo que sejam mentira: não nos prive do prazer de conhecer um povo ainda pior que o nosso e, se você tiver ficado com raiva deste post ou da simples lembrança de seus antigos colegas de quarto, mande uma foto sua enfurecido. Os deuses agradecem!

Gustavo Moore vende monza hatch 83 verde-metálico, a álcool, com vidro rayban, 2o dono, docs OK. Tel. 555-3435, horário comercial

PERSONAGEM DA SEMANA
BETONI ESPONJA



O blog fecha o mês de janeiro homenageando um dos mais esquisitos participantes do GIDAT, o viajado (gente, leia com calma!) Betoni, que de São Paulo a Cairo, de Londres a Pequim, já conheceu meio mundo em suas andanças, sempre registradas nas suas Mensagens do Além.

No GIDAT, Betoni foi um companheiro dedicado, fruto de uma maturidade precoce que já o fazia naquela época um dos mais serenos e compenetrados membros (gente, de novo...). O seu amor pela mecatrônica se perpetuou resultando em uma faculdade na área concluída junto com um monte de japoneses na USP, um mestrado heróico feito na COPPE/UFRJ além da realização de seu maior sonho, que era morar na terra da cerveja, a Alemanha, parceria deste com a Siemens, que acredita no potencial do rapaz (e quem somos nós para discordarmos deles?).

Betoni sempre brindou-nos com sua sabedoria e sua cultura desde os tempos de CEFET. Este freqüentador do Teatro Municipal e adorador de artes clássicas dá um toque diferenciado no grupo, onde a maioria é muito focada (ou seja, bitolada mesmo) em suas áreas de interesse, desligando-se dos prazeres que o mundo propicia.

Com os churras de Teresópolis, Betoni foi realizador de encontros memoráveis do pessoal, bem como na sua última despedida do Brasil, feita no iniciozinho de 2003 na Parmê de Vila Isabel, com a presença de muitos colegas daquela 1AELT´92, como a Andréia e o Moerbeck. Sua família, muito descontraída, sempre recepcionava a todos com imenso carinho, memoráveis viagens àquela cidade serrana.

Bruno Betoni Parodi, morador de Manhein e presidente da BBP Corp., no sul da Alemanha, curte suas horas vagas principalmente apreciando bebidas alcoólicas, uma de suas maiores marcas. Sua nareba de proporções dantescas marca sua evolução etílica, atingindo o ápice (ou seja, 12 garrafas de Acácio compartilhadas com seu amigo Jota na birosca do Bacalhau do Largo do Machado) ao ficar vermelho como uma Ferrari. A proximidade com a região da Bavária faz com que nosso amigo aprecie viagens para àquela que é uma das mais importantes regiões produtoras de cerveja do mundo. Betoni é figurinha fácil em paradas no estilo Oktoberfest, indo sempre atrás do "Beerwagen", lotando canecas e canecas até suprir sua demanda.

Demanda essa descoberta recentemente, quando os estúdios da Nickelodeon produziram um desenho em homenagem ao nosso amigo, mas com as adaptações devidas para o mundo infantil. Bob Esponja, cuja mãe solicita exame de DNA de Betoni Esponja na justiça, convive com seus amigos no fundo do mar, para não desidratar-se. Já Betoni evita a desidratação com ingestão contínua de cerveja, o que contribui decisivamente para o aspecto predominantemente amarelado.

Esse nosso colega será certamente protagonista dumas das semanas mais quentes desse blog, devido à suas histórias, especialmente nas andanças pós-GIDAT e pós-CEFET. Certamente Betoni é o mais cidadão-(i)mundo dos integrantes do GIDAT.


Sergio Telles admira muito a capacidade
do seu amigo Betoni, essencialmente naqueles
10 dias que chegou no Brasil, finalizou e defendeu
sua tese. Pede também aos outros postadores que
incluam mais histórias pois está tendo que viajar
muito a Rio das Ostras e o Adriano voltou a trabalhar,
ficando o blog meio órfão nos últimos dias.

PS: Agradecimentos à minha irmã Ilka Telles pela montagem do Betoni Esponja.