sábado, janeiro 17, 2004

SONECA: UMA VIDA DE GLÓRIAS E BRAVURA. UM HOMEM QUE JAMAIS DEIXOU A SECURA

Conforme planejado, terminarei a semana do Soneca fazendo um mega-post com diversos itens da vida do Soneca, nosso herói da semana de estréia do blog, que tem apresentado média excelente de 10 visitas diárias, o que pode ser considerado muito bom afinal somente conhecidos estão visitando, ainda não está aberto no Google.

Segue de certa forma um "glossário" de coisas importantes na vida do Soneca

1. Carros - Para o Soneca, ter um carro é algo necessário para que se tenha mulher. Apesar dos fatos mostrarem que essa relação não tem nada a ver, nosso romântico homenageado insiste na necessidade de possuir uma caranga apesar do salário complicado que o mesmo tem e também seus gastos em itens duvidosos como casas de senhoras. Depois do Santana "Chagabum" da Quadrilha de Morte, que apesar de vendido pelo Soneca em 99 ele apareceu sendo multado em 2002 na Linha Amarela e o dito cujo ainda estava no nome do Soneca!!! Ainda em 99, Soneca comprou com recursos próprios e dos pais dele um Renault Clio (conhecido desde então como Re-NO CIO, que era como o Soneca estava), carro onde o Soneca levava a Hélia para passear. O coitado do carro teve um triste fim em 2003, aliás fim semelhante ao dono dele depois que terminou com a Hélia: atingido duramente por trás quando estava estacionado calminho em frente a sua casa, o Re-NO CIO teve perda total. O seguro cobrirá o prejuízo no veículo, mas nenhum cirurgião plástico foi capaz de determinar se é possível reconstituir os danos no dono, pode ser o primeiro caso de transplante reto-furicular. Atualmente, Soneca revelou através da imprensa que pretende adquirir um outro Santanão, para reviver os tempos de glória da viagem a Marataízes e poder gravar finalmente "4 Nerds no Carnaval 2".

Não é o Santana Chagabum, mas o dele era a mesmíssima coisa



2. Soneca e sua rótula deslocada - Era nossa festa de formatura do técnico, finalzinho de 1995, na finada boate "Maxim´s", na Torre do Rio Sul. Todos elegantemente vestidos, muitas músicas anos 80 e início dos 90 (que na época eram recentes flashbacks, e não velharias de trintões e quarentões como hoje em dia) e o pessoal caindo dentro na consumação mínima, misturando todos os drinks que a casa ofertava. Soneca, recém deflorado etílicamente como reportado pelo post do Jota, já conseguia consumir alguns drinks a base de Limão Brahma pra ficar um pouco menos lerdo. Está lá o Soneca na pista de dança ensaiando seus passos no maior estilo de causar inveja ao John Travolta em "Os embalos de sábado a noite", junto comigo e a Andréia (outros exímios dançarinos, ô!) Pois então, no meio de uma música, se não me engano era do New Order, Soneca desaba sobre mim e começa a esbravejar de dor. Pois eis que ele grita "Ai pombas, há algo errado com meu joelho, cadê ele?". Beto e Jota o socorrem e levam para o hospital, onde foi constatado o desvio de rótula. Ao dar entrada, o paciente foi questionado se tinha consumido bebidas alcoólicas, enquanto o Soneca jurava que não, o Jota atrás dele fazia aquele sinal de manguaceiro detonando a moral do rapaz. Ainda na mesma noite, já amanhecendo, ao ser devolvido em casa, a mãe dele quase morreu quando viu o seu filhinho voltando com a perna engessada, os manés além de tudo tomaram um baita esporro da mãe dele, que só faltou perguntar "o que vocês fizeram com o meu bebê?!?!" Felizmente, o Soneca nunca mais teve nenhum outro problema com esse joelho, mas teria milhares de problemas com a mãe e com as bebidas.

Beba com moderação



3. Trabalho de biologia com interação com o meio ambiente - Essa história é curta, mas interessante. Naquele tempo de 1992, ter um computador em casa era um luxo extremo, por isso só o Bruninho tinha micro. Fazer um trabalho colegial era um artesanato, folhas e folhas de papel almaço anexadas, figuras cortadas de revistas e jornais coladas, aquela capa dura com um grampinho que enferrujava, uma tristeza. Portanto, um trabalho na época dava um trabalho desgraçado, especialmente trabalhos em grupo, que tinha que encaixar as partes de forma a não parecer um Frankestein, o que sempre dava errado e o trabalho precisava de diversas setas indicativas. Pois bem, num desses trabalhos, de Biologia, Soneca e Brasil estavam finalizando o mesmo nos jardins frondosos do CEFET, já praticamente finalizado, Soneca admirando o belíssimo trabalho que justamente receberia uma excelente nota, quando, por conspiração das forças da natureza regidas pela Lei de Murphy, ouve-se um barulho seco e curto. Pois só o barulho era seco, pois o trabalho já se encontrava todo borrado e escorrido, contribuição dada por um dos pombos treinados do CEFET, o mesmo que sempre atingia as cordas do violão do Sorriso, demonstrando sua avaliação da promissora carreira de nosso colega. Eis então que o Soneca, após segundos de compreensão e absorção do fato, esbravejou, com profunda razão:

AI POMBAS! AI COCÔ!

Considera-se que a partir deste momento surgram essas expressões, pois até antes disso falar cocô pro Soneca era sacrilégio, ele se limitava a falar em fezes ou excremento. O fato é que o trabalho literalmente ficou uma bosta e nem sei que fim eles deram, mas parece que entregaram assim mesmo e se deram bem.



4. Einstein e a astronomia na vida de um mancebo carioca - Soneca entrou para o CEFET mais lesado que saiu. Era muito quieto, um leitor assíduo de inutilidades cósmicas e físicas, um adorador de gênios imcompreendidos, associando-se de fato a um deles, uma vez que quase todos aqueles que se encontravam lá naquela sala de fato eram muito diferentes dos colegas que tinham em seus respectivos locais onde concluíram o então 1º grau. Todos ali se acharam mais normais, e por isso, começaram a ter um comportamento de maior relação social. Nesse tempo Soneca e Brasil viviam juntos, ou discutindo sobre xadrez, cálculo (é, naquele tempo o Brasil já tinha noções de cálculo, mas a matéria que era dada em matemática que era necessário saber, ele não sabia...), astronomia e outras iguarias da astrofísica pansexual. Deste modo, Soneca acabou angariando o apelido de "Buraco" (dado pelo Beto, que o chamou assim por muito tempo), uma redução comprometedora de buraco negro, um fenômeno que nosso colega admirava amplamente. Ainda nos tempos de Hélia, quando o nosso querido companheiro se via numa romântica tarde de amor, perfeita para aquele cineminha, ele chamava sua bonequinha inflável para uma sessão deliciosa no Planetário, onde ele podia admirar Aldebaran e outras estrelas e constelações. Com relação a Einstein, além de figuras e um quadro sobre este ídolo, Soneca admirou muito a vida e a obra deste grande gênio das ciências físicas, especialmente depois que soube que durante a visita que Einstein fez ao Brasil, em 1925, fez questão de visitar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro onde pôde contemplar a rica flora brasileira. Porém, o incompreendido gênio não contentou-se com a beleza de um pé de jequitibá e o abraçou intensamente por vários minutos, num êxtase típico duma relação pansexual. Soneca considera-se por isso a reencarnação de Einstein, uma vez que ele tem essa mesma adoração pelo EDVAARRR.



5. Edvar, Ilha Grande e outros amiguinhos do Soneca - Soneca é um ser social, e portanto, possui inúmeras amizades em seu bairro. Muitos de seus amigos participaram de encontros do pessoal, especialmente o EDVAAARRR, sua cara-metade e alma gêmea, que foi colega de UERJ de Adriano, Jota e Garga. Outro que apareceu muito foi o Rogério, colega do Soneca que é safo em micros e outras paradinhas. Outros mais apareceram algumas vezes, mas não são citáveis, exceto pelo fato de que predominantemente o Soneca sempre bancava a conta daqueles machos. Mas a grande estrela realmente é o Edvar, cuja biografia nada tem a ver com as inúmeras e infames citações que iremos fazer sobre ele neste blog, pois não só nesta semana ele será o co-homenageado, pois de certa forma ele além de amigo do Soneca tornou-se uma "entidade" quando nos referimos a questões homossexuais, uma vez que na relação de sociedade que eles fizeram na aquisição da barraquinha que ainda é usada para os campings na Ilha Grande Soneca tomou a posição passiva e portanto, Edvar é o ativo da parada. Logo, citar o EDVAAARR numa conversa poupa trabalho, pois o acusado já sabe que será o passivo da relação. Além do fato curioso do Sweet fantasiar que o Edvar seria um ser louro, o que compromete muito nosso colega de quarto ano que hoje é membro honorário do grupo. Bem, com relação à Ilha Grande, Soneca tenta nos convencer a ir pra lá desde 1900 e lá vai fusca usado. Apenas o Flávio foi abduzido pelos argumentos sobre a beleza do local e sobre as confortáveis condições do camping, como água fria no banho e ausência de telefones e energia elétrica e excesso de insetos e aracnídeos. A cada vez que Soneca visita aquela ilha, especialmente quando o Edvar vai junto, ele retorna mais alegre e ágil, como se aquele ambiente natual o revigorasse e inspirasse almejar novos projetos. Na época em que ele ligou o emulador de homem, chegou a até dar alguns passeios com a Hélia por aquelas bandas. Mais uma vez o Soneca pretende conseguir convencer que não há nada demais em irmos lá acampar mas acho que se novos não íamos, não será agora que o pessoal se habilite a ir. Quem sabe, quando fizerem uma ponte entre a ilha e o continente (portanto, nunca) o povo apareça por lá.

Olhando assim, do satélite, nem dá pra imaginar o quanto de viadagens não rola nessa Ilha Grande...



6. Caixas de ovos despertam o homossexualismo? - Soneca e Adriano assistiram a um minicurso durante a FETEC de 1994 sobre construção de caixas acústicas, ministradas por um professor de Boa Vista cujo nome não me lembro, mas que eles possuem as apostilas daquele curso até hoje. Foi o minicurso mais concorrido daquela FETEC, me lembro que tivemos que mudar até o auditório que ele seria dado (geralmente era no Auditório 3, aquele que tinha ar condicionado e tal mas era muito pequeno, fica no Bloco C) devido às inscrições dos ávidos loucos especialmente da própria eletrônica. Esse professor na época era o maior especialista em projetos de áudio do Brasil e deu milhares de dicas sobre planejamento acústico de ambientes, além de diversos truques, dentre eles o uso de caixas de ovos coladas nas paredes como isolantes acústicos (hoje em dia construções modernas luxuosas usam de fato esse tipo de lógica com camadas de isopor ou ôcas que servem também de bom isolante térmico. Isso inspirou nosso empreendedor líder a se inspirar num projeto de um estúdio, que já teria garantido ao menos um cliente, uma banda podreira lá de uns amigos daqueles do Soneca que viviam pendurando as contas no nome dele. Num dia, conversando com o Adriano sobre este projeto e empolgado com as possibilidades do sucesso do empreendimento, Soneca constatou:

"AAAAAAAAH ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA DE EU ABRIR O MEU NEGÓCIO!"

Bom, que negócio ele abriu, não podemos afirmar com certeza, só sabemos que o estúdio é que não foi, dentre outros motivos devido ao "incentivo" dado pelos seus pais.

Pais deste que aliás, são figuras memoráveis ao longo desses anos todos. Sua mãe, controladora e que transmitiu os genes que garantiram toda sua perspicácia e agilidade, demonstra todo o seu espírito liberal ao ligar para o celular de nosso impetuoso amigo e considerar "Meu filho, já tá muito tarde prum menino da sua idade ficar na rua, já passam das 20 horas". Achamos que isso com o tempo iria melhorar, mas ele foi ficando com 20, 22, 24 anos e nada de ceder. Nos anos mais recentes, a violência fez a gente considerar a atitude da mãe dele de fato coerente, mas somente recentemente, uma vez que ele mora numa área claramente de risco (Catumbi).

Já seu pai é um sujeito fanfarrão que possui estilo completamente oposto do filho, é um cara simples, que leva tudo numa boa e extremamente sorridente e bem humorado, possui uma voz rouca muito engraçada e sempre está zoando seu perseguido filho "Pô Dudu, você é um mané", repete sempre seu pai quando visitamos sua casa.

De toda forma, Soneca e seus pais são uma família muito unida, e seus pais já por muitas vezes deram muito apoio nos abusos financeiros de seu filho, como no negócio do Re-NO CIO, dentre outras situações. Nosso colega precisa reconhecer isso mas considerar que ter previdência sobre suas finanças é um costume que deve ser pessoal também, portanto recomendamos como verdadeiros amigos que ele finalmente comece a juntar uma graninha para poder ter sempre em casos de emergência ou até para aproveitar oportunidades (quem tem, compra na hora certa e não na hora que precisa).

Esse parece um pouco com o boné de ferroviário do Soneca, também muito utilizado por taxistas novaiorquinos

sexta-feira, janeiro 16, 2004

Uma noite muito louca .......

As aventuras no Maxin´s renderam varias historias nesse blog afinal era o point onde bombava na época , para fazer festa la era super complicado e tinha que ter conchavo .

O Soneca tendo horário marcado pela sua querida mãe começou naquela noite sua maratona etílica como não se deve ,bebendo feito um desesperado .....

Uma certa altura dançando um passo revolucionário com o Betoni em um rodopio mortal duplo com um estilo nunca antes visto que se fosse na ginástica olímpica teria ganho o nome de seu inventor , ficaria algo Sonolento acelerado , Ou corra que o doidão esta dançando ai .
Soneca nosso herói obstinado cai no meio de seu movimento fenomenal .....

Pensamos logo : “Ta muito bêbado” e socorremos nosso etílico amigo . Ao vermos a gravidade do problema tentamos senta- lo ,ai percebemos a solidariedade das pessoas , quando o Beto puxou a cadeira uma senhora muito educada tratou logo de correndo sentar-se antes de pormos ali nosso combalido amigo .

Depois de conseguimos um pouso para o anestesiado mas ferido combatente dos alexanders e pinas coladas contamos com o auxilio de um segurança da casa e toda a sua sabedoria : “ A gente da mais um bocado de cachaça que ele desmaia não aporrinha mais e a gente põe o joelho dele no lugar aqui mesmo ....”

Apesar de toda a sapiência que nos foi transmitida , decidimos fazer uma equipe de socorro composta pelos otários OPS !! desculpa digo os prestativos amigos do soneca que largaram mulheres farra e bebidas para peregrinar pelos hospitais cariocas . Eu (jotalhão e seu Passat Pointer ), Beto (ágil atleta e disposto a tudo) e Bruno Betoni (com sua pochete mágica que poderia em caso extremo engolir o Soneca e acabar com o problema) .

No Rocha Maia um segurança ,que ate hoje não sei se era um fantasma do lugar ,nos informou que o primeiro medico que deveria aparecer seria as 8 da matina . Dirigimos ate o Miguel Couto e depois de pequena espera de uma hora apareceu um ortopedista para salvar nosso querido amigo da branca de neve e companheiro do Edvar .

Medico : Boa noite quem é o paciente (terrível pergunta)
Soneca :Sou eu doutor(gemendo )
M: Qual o problema
S: Minha perna
M: Você tem duas
S: Tem anestesia
M: Você bebeu meu filho
S: Nada doutor eu não bebo ....


Os três mosqueteiros do grupo de salvamento começaram a rir e eu com gestos indicava para o medico que nosso nobre amigo havia entornado o pote .
O medico mandou tirar uma chapa e passou um anti- gripal para o rapaz .
Soneca queria por que queria não se sabe porque vomitar no chão a todo custo sendo impedido a base de esporro ora por mim ora pelo Beto . Eis que surge uma Dra maravilhosa para bater a chapa Eu e Beto logicamente de circo a muito tempo começamos a puxar papo (obvio não arrumaríamos nada mas tentar não custa) ela entrou na brincadeira e disse que o melhor nesse caso era amputar a perna .
Nosso credo amigo ficou desesperado pela informação de tão bela mulher e ficou muito nervoso.

Ao chegarmos na sala para aplicar o tal anti- gripal nosso heroi já se fazia famoso pelo hospital e nossa historia idem pelos gemidos e alucinações do enfermo.
Então surge a voz na sala do ambulatório: Quem são os otários que estavam no Maxin´s e vieram parar no meu plantão???
Rimos de nossa própria desgraça e foi aplicada a injeção em nosso já famoso paciente.


A hora da verdade havia chegado Soneca Kid iria enfrentar o satânico medico ortopedista , juntou uma pequena multidão na porta do consultório com vendedor de pipoca , seguranças , cambistas .....

Começa o duelo o Dr faz a primeira tentativa de tocar o joelho do rapaz e esse começa a afastar o medico falando que ele não sabia o que estava fazendo .

Segunda tentativa soneca novamente se esquiva argumentando que a “anestesia “ não tinha feito efeito .

Terceira investida e Soneca em um golpe sensacional apela para a família : Dr minha mãe tem labirinto meu pai vertigem minha avo sofre de ulcera , eu ainda sou virgem ......

Então para delírio dos fãs e para que pudéssemos ir embora daquele pesadelo decidi segurar nosso amigo na maca :PUTA QUE PARIU SONECA TU PODE GRITAR TRINCAR DENTES MAS PORRA O CARA VAI BOTAR ESSE JOELHO NO LUGAR PRA A GENTE IR EMBORA !!!!
Ouvie-se um grito longo e finalmente o medico consegue por o joelho no lugar . Ai nosso já menos embriagado amigo se acalma : Esse gesso é tao fresquinho , Pompas a anestesia so começou a fazer efeito agora (risos do medico e enfermeiro) , o Edvar podia estar aqui ...... Realmente nosso já engessado estava em alfa

Para sair do hospital como toda celebridade merece foi feito um cordão de isolamento pelos seguranças e funcinarios que se despediam finalmente daquele paciente histórico . Ao chegar no carro o nosso amigo so repetia que a anestesia so tinha começado a fazer efeito agora Quando Betoni finalmente revela o segredo : PORRA SONECA ERA ANESTESIA PORRA NENHUMA ERA UM REMEDIO PARA GRIPE !!!!
Soneca : Ai pompas ta doendo de novo .

Coro no carro : VAI SE FUDER PARA DE VIADAGEM !!!!


Chegamos ao catumbi Soneca sem chave ... A porta foi aberta por uma vizinha prestativa que reconheceu “DUDU” pela janela . Temi pelo pior quando a mãe do soneca nos encontrou na escada e quase enfarta (me imaginei retornando para o Miguel Couto levando uma enfartada e sendo recebido pelos novos amigos feitos na passagem recente) Contamos uma versão da historia para ela omitindo lógico o álcool e os horários botando a culpa do acidente no tapete da escada do Maxin´s e outras cocitas mais .

Essa passagem marcante na vida do Soneca fez com que ele entrasse numa fase contemplativa ficando em seu apartamento engessado por dois meses sem ver a luz do sol purificando-se de todo álcool consumido naquela noite alucinante ...



Jotalhão,
Tecnico em Eletronica ,
Engenheiro de Telecomunicações ,
Padeiro e Futuramnete abrindo uma firma de resgate.

quinta-feira, janeiro 15, 2004

A muito tempo atrás em uma galáxia não tão distante assim .......

O ano era 1994 correndo contra o tempo os jovens futuros técnicos tentavam acertar todos os pormenores para a FETEC . Placas de circuito impresso , folder do stand entre outras coisas , mas como ninguém é de ferro tivemos um grande evento para relaxar . A promessa era 5 mulheres para cada um , orgias memoráveis .
Bem aniversário de nosso ilustre companheiro Sergio se não me engano e logicamente nenhuma mulher foi e ele ainda marcou no sindicato do chope da galeria Alaska mas isso é historia para as próximas semanas .....

Mal sabia nosso inocente líder sonolento que aquele dia ficaria marcado como outros tantos em sua existência e convivência com os demais integrantes do GIDAT.

Soneca finalmente perdeu o cabaço etílico vindo naquela mesa de bar tomar o primeiro chope de sua vida que teria efeito devastador somente comparável a seus futuros porres homéricos de Limão Brahma .....

Após tomar seu primeiro chope (uma resalva foi apenas um e tão somnete) Soneca passou por uma transformação digna de Mr. Raid .
Varias idas ao banheiro , palavras meio desconexas e idéias não concatenadas nosso destemido líder havia caído em seu buraco negro particular .

Decidimos que o aniversario do Sergio estava bombando (uma bomba mesmo) em questão de mulheres então fomos para o arpoador assistir o Show da Blitz ....
Nosso destemido amigo da branca de neve já vivia seu conto de fadas particular andando sobre linhas imaginarias na calçada e para surpresa de todos para atravessar as ruas ele fazia a vez de guarda de transito espiritual : “ Gente , parem todos a rua é sagrada ......”
Quando chegamos no show vimos que nosso amigo piorava com o tempo em um feedback alcoólico sanguíneo ; a melhor opção era voltarmos.

Daí o Beto sugere ao nosso bem já alucinado sonolento que ele poderia acabar com os seus problemas de vez escolhendo uma das muitas primas que ficam vagando pelo bairro oferecendo seus préstimos. : Soneca você quer loura ou morena ?? E para espanto de todos o Soneca repetia : EU QUERO QUALQUER UMA COM PEITÂO !!!!!!Ao viramos para a AV Atlântica Carlos Eduardo incorporou todo seu sentimentalismo e dom musical e exclama : O MAR !!! COPACABANA!!!!! Copacabana princesinha do mar ......

Fomos resgatados pelo pai do Bruninho que aceitou colocar 8 malas em seu carro e nosso herói começou a divagar sobre Aldebaran onde caças Ti- Fighter se confrontavam com X-WINGS e um universo paralelo onde 10 elevado a 10 potencia = 100 .

Finalizando a aventura etílica de nosso companheiro deixamos na porta de casa mas tal era sua dificuldade de achar o caminho para portaria que em coro falamos : SONECA SEGUE A LUZ !!!!
Então o profeta do limão Brahma viu a LUZ !!! : A LUZ !!!! É DEUS !!!!!!!!!!!! e de braços abertos foi de encontro a porta de seu prédio ..

Uma experiência realmente de um plano Místico Superior !!!!

Jotalhão o elefante mais amado do Brasil
e ainda depois de muitos
anos eximio jogador de flipper
"Devagar se chega longe, mas em 13h se chega a puta que pariu!"

Seguindo a série de "homenagens" ao nosso ilustre personagem da semana, contarei como foi a viagem do carnaval 99 para Marataízes, Espirito Santo, em que o Soneca, Flávio, eu (Adriano) e Mimi nos aventuramos no super Santanão 89, eterno companheiro de inúmeras aventuras.

Logo no começo da viagem, resolvemos verificar o mapa para decidir o melhor caminho. Como bons "marinheiros de primeira viagem", resolvemos acompanhar o litoral da região dos lagos, que, durante o carnaval do Rio de Janeiro, não fica nem um pouco congestionado.

Caminho dos malucos e paspalhos até Marataízes...


Após algumas horas de viagem, estavamos no mesmo lugar, parados em um enorme e gigante super engarrafamento. Ao som de Pink Floyd, Enya e outras músicas igualmente animadas, acabei dormindo e acordando algumas horas depois, onde estavamos 10Km mais adiantados no engarrafamento.

Após umas cinco horas de viagem, finalmente saímos do engarrafamento e começamos o início da viagem, que ainda seria promissora...

A configuração era: eu, de mapa na mão e co-piloto de Soneca que sempre esteve na direção, com o Flávio e Mimi no banco de trás. Estavamos andando no meio do porra nenhuma, durante a noite, nos guiando pelas placas muito mal sinalizadas na época. Flávio, míope de todos os olhos, era o único que possuia profundo conhecimento de região dos lagos, e nos guiava através de mim, que conseguia ver as placas, para que eu tentasse fazer o Soneca efetuar alguma mudança de direção.

Após horas dentro do carro, Soneca finalmente conseguiu passar a terceira marcha do Santana e começamos a correr. Prudente e calmo, íamos na boa marcha de 50Km/h, a não ser quando havia algum caminhão de galinhas no caminho, onde nosso motorista esbravejava.

"--- Ai cocô, este caminhão de galinhas não dá passagem! --- Dizia o intrépido Soneca"

Em 6h de estrada, chegamos a Araruama. Cidade em que se chega, em condições normais de direção, em apenas 1h. Comemos uma pizza e fomos adiante.

Para quem não conhece a estrada e o caminho, o mapa vai ajudar um pouco. Estavamos mais ou menos a 1/6 do destino, o que significava pelo menos mais umas 5h de viagem.

Soneca, que sempre perguntava se alguém sentia algum "cheiro estranho no ar", ia devagar e sempre no seu possante 2.0. Estávamos a muito tempo totalmente embrenhados no total breu das cidades da região dos lagos... Nosso objetivo, pelo mapa, era "cortar caminho" e chegar à BR-101 mais na frente.

Mesmo com um mapa nas mãos, a escuridão e precariedade das placas não me faziam ter muitas idéias de onde estávamos. As vezes via uma placa com o nome das cidades, o que facilitava um pouco, mas não era possivel ter certeza de quanto faltava para a maldita estrada BR.

Dessa forma, após algumas horas ocorreu o incidente conhecido como "marinheiros de primeira viagem". Flávio, que estava totalmente na lua de sono, era o nosso avaliador zureta de caminhos na região, após chegarmos em um enorme engarrafamento avistei, quase que por fé, uma placa muito longe que dizia, BR-101 e apontava para a esquerda.

Isso possibilitou que o Soneca pedisse passagem e conseguisse entrar para o caminho correto mesmo naquele engarrafamento, entramos no caminho e quando pude ler a placa de verdade, que ficava meio escondida entre as árvores, dizia realmente que era para pegar a esquerda para a BR-101!

Não estávamos perdidos! Foi uma comemoração geral no santanão. Festejamos tão alto que acabamos acordando os dois co-pilotos trazeiros, foi aí que o Flávio disse!

" --- Ir para a esquerda para pegar a BR? Lógico que é para fazer isso, seus, seus, seus, "Marinheiros de primeira viagem!" "

Isso me deixou tão puto que quase joguei o guia-4-rodas do soneca na areia da praia, até o mimi que tava dormindo ficou puto também... Mas vocês achavam que íamos conseguir pegar a BR dali? Ainda tinha história!

Descobri com o auxílio do Flávio, nosso consultor quatro olhos, que estávamos em Macaé, uma cidade muito grande da região dos lagos. Tínhamos que encontrar ainda a saída dela até a BR-101. Lógico que aquela placa era filha única de mãe solteira virgem, e nos perdemos completamente por quase uma meia hora.

Foi assim que, depois de algum tempo ouvindo todos os cds do Jean Michel Jarre, talvez extasiado pelo cansaço e cheirado pela música, vi uma placa dizendo:

"BR-101 a direita!"

Foi assim que eu falei ao Soneca, com menos que a devida antecedência, para virar imediatamente a direita. Ao tentar consultar o nosso analista zarolho para assuntos de região dos lagos, verifiquei que o mesmo estava em andrômeda, no mais alto sono profundo novamente.

Entramos à direita e paramos no eterno limbo! Cheguei a achar melhor dar marcha-ré e voltar uns 20Km, mas não o fiz pois nosso eterno "muso inspirador" Soneca sempre vinha com uma palavra de fé:

"---- Vamos morrer! Esta estrada não tem fim! É sem saída! Pombas! --- dizia nosso colega profeta"

Depois de passarmos por buracos maiores que a estrada, e por regiões assustadoramente escuras, onde meu medo de ser abduzido chegou ao limite humano, encontramos finalmente o paraíso, a BR-101. Quase 8 horas de viagem depois de sairmos do afável bairro do Catumbi no Rio de Janeiro.

Agora sim, estávamos na metade do caminho, o encontro entre as linhas azul e vermelha do mapa! Faltava somente uns 200Km para marataízes.

Se naquela época portássemos um "Et phone home", eu acho que iríamos todos para casa e abandonaríamos o "santana chugabum" da "quadrilha de morte" lá mesmo... Mas como não havia, seguíamos o nosso caminho.

Carro do Soneca...


Lembro-me que paramos no meio entre o porra e o coisa nenhuma para comermos sanduíche de "pão com epas", feito pelo Flávio, nosso mestre-cuca e guia espiritual.

Seguindo viagem, já devia ser umas 4h da madruga quando passamos a adentrar território do Espirito Santo. Se os cariocas, incluindo o que vos fala, se perdiam no Rio, imagine em outro estado!

Até que, de repente, O carro começou a se desgovernar em altíssima velocidade na escala Soneca, o que significa uns 60Km na escala convencional. O confortável santanão começou a tentar virar pedestre e quase subiu no acostamento!

" --- SOOOONNNNEEEECAAAA!!!!!!!!!"

O único que não tinha dormido acabou tirando uma Soneca, como seu próprio apelido... Não havia como seguir viagem. Nenhum dos cariocas safos tinham a confiança do Soneca em dirigir o seu velho santana.

Nos restava dormir. E foi o que fizemos depois de quase 9h de viagem. O sono não pegou muito, foi por apenas umas 3h, mas foi suficiente para que nosso motorista e celebridade semanal deste blog recuperasse as forças e continuasse a nos guiar por tão amargo e obscuro caminho.

Obscuro nada, pois já era de manhã, a viagem seguiu tranquila semqualquer incidente. Pasmem! Não nos perdemos pois a BR era apenas uma linha reta, e a entrada para marataízes tinha uma placa gigante para a direita...

A entrada para marataízes era realmente linda com o amanhecer, Soneca colocou músicas alegres do U2 para que não dormíssemos novamente, e pudemos ver uma singela beleza das árvores e da natureza despertando como se, para nosso deleite, tivéssemos sido atrasados por Deus para que pudéssemos ver tal espetáculo.

A cidade de marataízes era um ovo. A praia, pior que a barra. As acomodações, que pareciam maravilhosas na internet, eram um pouco "mais-ou-menos".

Mas tudo é festa pois tínhamos chegado! 13 horas depois de sairmos da casa do Soneca, a uma velocidade média de 30Km/h nos 400Km de estrada, fora às vezes que nos perdemos! De tudo que havia na cidade para fazer: praia, trio elétrico, carnaval... fomos dormir, até quase o dia seguinte, para recarregar as forças e termos a diversão que todo mundo precisa!

"4 Nerds no carnaval" - era um ótimo título para um filme que certamente não conteria mais cenas picantes que os beijinhos do soneca em meninas de idade que, digamos, não vale a pena comentar.

Assim como o casseta e planeta, não comemos ninguém, só zero a zero. A cidade tava até bem animada mas nós não conseguimos descansar da viagem... Fomos até Piúma, uma cidade próxima, onde ainda pretendemos voltar e filmar a continuação "4 nerds no carnaval 2".

Hora de refazer as malas e voltar. Soneca ficou tão emputecido com as 13h que dessa ver mandou ver no santanão, fazendo-nos vir pela BR-101 o tempo todo (caminho verde), a uma velocidade supersônica (80Km/h na escala Soneca). Chegamos ao Rio de Janeiro em apenas 6h de viagem, totalmente estupefactos, achando que na ida tínhamos entrado em alguma dimensão paralela que nos atrasou.

Ao fim, todos sãs e salvos, com muita história para contar, mas com o placar em zero-a-zero, e assim foi por muito tempo, como vocês ainda serão obrigados a ver nos próximos posts...

Adriano Martins Moutinho
é ganhador do XCVI concurso de Enduro
com a marca de 1210920192102h sem
parar de ganhar bandeirinhas
no seu atari, além de técnico de
eletrônica da Globosat

quarta-feira, janeiro 14, 2004

A Verdade Revelada

Poeta, engenheiro, matemático, arquiteto, pintor, músico, cientista, leopardo do clube das mulheres, destaque do Salgueiro e chefe de estado. Não, não estou falando de Leonardo da Vinci, mas de um clone moderno seu.
Desde criança, a maior aspiração de Carlos Eduardo Pacheco (atualmente em processo de mudança de nome graças a dicas de seu numerólogo Edvar, Soneca pretende se chamar “Kcarloz Hedduardo Paxxxxxxxecko”.) era ser um gênio. Mesmo na tenra idade surpreendeu toda a família decorando todas as vogais aos 5 anos de idade. Aos 7 já andava, saiu do berço aos 9 e dois anos depois já conseguia andar e falar ao mesmo tempo!!! Aos 14, passou no furibundo concurso de acesso ao CEFET-RJ, deixando pra trás mentes privilegiadas que fizeram a prova e que hoje são igualmente famosas, tais como Luciana Gimenez, Sergio Mallandro, Arselino Popó Freitas, Carla Perez e o craque e vencedor da olimpíada internacional de astronomia Ronaldinho (atualmente em processo de mudança de nome graças a dicas de seu numerólogo Galvão Bueno, Ronaldinho pretende se chamar “Rrrrrrrrronaldiiinho”.). Estudioso por natureza, Soneca decorou ainda no primeiro ano de curso todo o código de Cores dos resistores, apredeu a calcular a resistência de Thevenin, motou um multivibrador sozinho e muito mais. Pode parecer pouco, mas não era fácil fazer tantas coisas enquanto Paulinho puxava sua camisa, Eu comia sua borracha, Betoni tomava grandes doses de uísque e dava volumosas baforadas em sua nuca, Renata soltava lânguidos olhares de paixão, Tennessee colocava bombinhas em seus sapatos, Beto beijava-o compulsivamente, Sergio falava e, o pior de tudo, Jotalhão comparava Sorriso a Einstein, seu maior ídolo na Época.
No fim do ano de 1992, depois de aturar todos os tipos de sofrimento, soneca tomou uma decisão: jamais iria se deixar montar novamente (só com seu consentimento). Iria recuperar sua auto-estima, iria se tornar o gênio que sonhou toda a infância. Lembro-me de um diálogo que mantive com ele na época:

“-Ai, cocô!
-O que foi, Soneca?
-Não agüento mais ser sacaneado!!! Por que vocês me sacaneiam tanto???
-Ué, você aceita tudo calado e não fala nada... deixa disso, Soneca... aí, lá vêm o Mimi e o Queiroz. Vampo?
-Pombas!!! Você só pensa nisso!!! Cuidado senão você repete o próximo ano!
- Eu??? Hahahahahahahaha!!!! É ruim, hein?! Mais fácil você construir um braço mecânico!!!”

A verdade é que o jovem Soneca não só ajudou a construir o braço mecânico algum tempo depois, como realizou seu maior feito individual registrado: ficou mais de 10 minutos olhando para um ponto fixo na sala 307, o que lhe valeu... porra nenhuma!!! Assim como minhas idas ao flipper!!!!

Nos anos seguintes, um marco na vida de Soneca: a amizade por Edvar (atualmente em processo de mudança de nome graças a dicas de seu numerólogo Soneca, Edvar pretende se chamar “Edvaaaaaaaaaaaaaaaaar”.) se intensificou. Eles, que na verdade se conheciam desde os 11 anos de idade numa brincadeira de “pular carniça”, começaram a fazer tudo juntos: Comprar roupas juntos, ler livros de Oscar Wilde juntos, tomar banho nus na cachoeira juntos, assistir ao Senhor dos Anéis comendo rosquinhas juntos... logo, Soneca mudaria de ídolo: Renato Russo faria um troca-troca de lugar com Einsten no coração do jovem mancebo. Soneca passava a levar sempre consigo um disk-man com o CD “Músicas para Acampamentos” do Legião Urbana e o ouviria sempre em Ilha Grande com seu amigo (e numerólogo) Edvar, com quem havia comprado uma barraca de Camping bem pequenininha: “apertadinho é muito melhor, não é, Edvaaaaaar”- diria o jovem Soneca ao amiguinho no ato da compra. Quando seus amigos souberam da sociedade, começaram a desconfiar:
“-Porra, Soneca!!! Camping é coisa de viado!!!
-Ooooowh, POMBAS!!! O que você tem contra camping? Não tem nada melhor que ficar observando os passarinhos ouvindo Legião urbana!
-Legião Urbana!!! Sai dessa, cara!!! Isso é coisa de viado!!! Viado tem mais é que morrer!!!!
- Como é que você sabe se nunca experimentou???!!!”

Essa é a verdade por trás (hmmm... por trás...) da mais célebre frase de nosso amigo Soneca...

No fim, posso dizer: ele conseguiu atingir a tão sonhada genialidade, conseguiu evoluir como ser humano tal qual um pokemon. Conseguiu descobrir a si mesmo e a seus limites e fraquezas... mas, oh Deus!!! A que preço?...

Gustavo Moore faz ilustrações e infográficos no EXTRA, o jornal que você escolheu. Sim, você!!! Porque eu é que não leio aquela merda!!!!!
ÍDOLO EM TUDO...

Ao longo desses anos de estrada, todos já sabemos que o Soneca é fã do Renato Russo, mesmo este não estando mais por essas bandas têm 8 anos. Porém, no carnaval de 2001, uma viagem a Maricá revelaria que muito mais que um mero fã, Soneca mostrou-se um caso complexo pra psicologia, ao começar a assumir como dele atitudes e comportamento de seu ídolo, fundindo e confundindo tudo.

Só explicando para quem não sabe, desde 2000 parte do pessoal tem ido sempre no Carnaval para a casa de praia do Gustavo que fica em Barra de Maricá, cujas histórias serão relatadas aqui nos momentos propícios.

Já desde os outros atos falhos já citados em todos os posts anteriores, todos eles não se tratavam de desvios comportamentais comprovados, no máximo uns parafusos a menos e uma rótula deslocada. Não sei se foi o ambiente propício, (ele estava juntinho com o Brasil no banco de trás do veículo e o trânsito na estrada não era dos melhores) mas, dada altura lá da viagem, mais ou menos em Inoã, começa a tocar na rádio uma música da Legião, uma daquelas mais abaitoladas, como "Meninos e Meninas" ou "Daniel na Cova dos Leões", logo foi esbravejado acho que por mim ou pelo Gustavo:

"Ahhh, que música de queima-rosca!"

Soneca, subitamente, enfezou-se, começou a resmungar freneticamente, pois falaram mal de seu mito. Conversa vai, conversa vem, ele continuou reclamando ao longo de toda a música, e a gente insistindo que era uma musiquinha de viadasso mesmo.

Limitado em seus argumentos, restou a ele, lutando até o fim por seus ideais, dar seu grito de liberdade:

"ORA, POMBAS, VOCÊS NUNCA EXPERIMENTARAM PARA SABER SE É BOM!"

Silêncio imediato no carro, instantes depois, todos chocados com aquela revelação histórica (sabíamos do seu caso com o EDVAAARRR mas assumir assim era demais), todos argumentaram, "Pô, Soneca, isso num vai pegar bem pra você..." Mas ele insistia na sua posição, e logicamente isso é relembrado ao longo desses anos todos, sempre que o Soneca ou o Renato Russo são lembrados em algum papo.


Sergio Telles não compactua as opiniões de seu amigo em nenhuma hipótese apesar de também ser fã do Renato Russo.

terça-feira, janeiro 13, 2004

CASAMENTO DO MIMI

É galera, o tempo passa, o tempo voa... Mas o romance do Mimi de 11 anos virou casamento!!!! Mais uma fotinho para o deleite da galera... Dezembro/2002

Pela cara do noivo pode se imaginar o que estava acontecendo com ele...
Flávio, Jotalhão, Sergio (estilo "Where´s Wally?"), Mimi, Gustavo e Adriano
CURIOSIDADE DA SEMANA
ANIVERSÁRIO DO SONECA

Segundo o site Guia dos Curiosos, o aniversário de nosso amigo Soneca é um dia especial no nosso Estado do Rio de Janeiro.

Em 16 de abril, é comemorado o insólito DIA ESTADUAL DO COMBATE AO CÂNCER DE PRÓSTATA. A empresa onde o mesmo trabalha, preocupada com o bem-estar e parabenizando seu feliz funcionário, através da sua controladora americana, providenciou tudo para o nirvana espiritual de nosso colega, como podemos ver na foto abaixo.

Hey, Snooze, happy birthday!
SEEEEEEENTA, SONECA!!!!
Encontro do Pessoal - Alguma época de 1996

Seguem fotos cedidas por nosso colega Gustavo Moore, num encontro com um quórum respeitável numa sorveteria a quilo no antigo Rio Off-Price (atual Rio Plaza, no subsolo do glorioso Botafogo). Alguns de nós pareciam uns bebês, o próprio Gustavo e o Adriano acho que são os que se encontram mais preservados.

Beto maltratando o tadinho do Tom... eita seca!
Nesta foto, da esquerda pra direita, Bruninho, Adriano, Beto, Mimi, Soneca e Sergio

Soneca dando de comer na boquinha do Beto... sem comentários
Beto e Soneca

Pessoal fingindo-se de comportados
Nesta foto, tirada pelo Bitt, da esquerda pra direita, Gustavo, Paulinho, Adriano, Bruninho, Flávio, Beto, Soneca, Sergio e Mimi

Em breve novas fotos do pessoal!

Momento Espiritual



O incauto leitor deste blog, que porventura não conheça os participantes deste tal de GIDAT, pode achar que se trata apenas de um grupo de malucos meio nerds que só sabem falar besteira e montar projetos de eletrônica. Mas isto não é verdade nós, além de tudo, somos indivíduos profundamente espiritualizados. Afinal, como todas as outras pessoas, nós as vezes necessitamos de algum lenitivo e acreditar na existência de uma justiça maior... Como, por exemplo, quando os hologramas que nos tinham sido emprestados por um professor da UFRJ começaram a derreter após contato com água ou quando, já com a feira iniciada, ainda assim a Central Automática se recusava a funcionar... Foi num desses momentos de completo desamparo que nós criamos a:

Oração do Pai-Nosso para o técnico em eletrônica

Pai nosso que estás na rede,
thevenizado seja o vosso circuito,
venha a nós a Vossa corrente,
seja feita a Vossa voltagem,
assim no terra como na fonte.

O resistor nosso de cada dia nos dai hoje,
Perdoai os nossos curtos-circuitos,
assim como perdoamos os vendedores de CIs queimados,
e não nos deixai estragar as nossas fontes.
Livrai-nos das piadas do Arídio,
Amém!


Anderson Brasil é um doutorando em matemática atualmente desempregado, mas tem planos de abrir sua própria igreja de louvor ao número Pi e ganhar muito dinheiro com isso.

segunda-feira, janeiro 12, 2004

"NÃO É HÉLIA! É LUCIANA!"

Esse era o que mais ouvíamos numa época áurea da vida de nosso colega Soneca, num breve momento em que ele interrompeu seu eterno affair com o EDVAAAARRR para namorar a Luciana, menina simpática e muito tímida, que não ia nem um pouco com a cara do pessoal em função das bobagens que falávamos.

Neste dia, o ponto de encontro foi a Pizzaria 221, sito á Rua Barão de Mesquita, 221, local de inúmeros encontros do pessoal, onde pedíamos sempre a pizza gigante de frango com catupiry, cortada a francesa, que custava mais ou menos 22 reais. Entre a chegada de uma pizza e outra, a falação era intensa, mas ao se ter uma pizza sobre a mesa por alguns segundos o único som que se escutava eram de talheres garantindo seus pedaços da coitada redonda, que era dizimada nesse curto tempo. Logo em seguida, voltava a loucura, aturada pelo dono da falida loja até altíssimas horas.

Meu amigo, traz por favor a de aliche


Nesta reunião, já havia sido criada a idéia de que a sua namorada seria uma boneca inflável, uma vez que falávamos nisso já desde os tempos de solteiro dele, e uma vez que ele também nunca a trazia para o nosso maravilhoso convívio (isso é mais uma prova de sua enorme sapiência). Com isso, a idéia foi se fortalecendo, e num daqueles estalos, o mesmo que criei o jargão "Ah, Paulinho, senta com carinho!", ou o apelido de Charlaine para o Bruninho, associei à figura companheira do Soneca ao nome de Hélia. O próprio diz já ter confundido diversas vezes, tal corriqueiro tornou chamá-la dessa forma. Muitas pessoas não sabiam e acho que não sabem que o nome da moça é Luciana até hoje...

Pois bem, nessa reunião o termo Hélia já tinha sido inventado, mas numa pedida de frango com catupiry, começamos a desenrolar o assunto... em poucos minutos, foram mais de 10 piadas inventadas em cima da história dela ser uma boneca inflável, um verdadeiro brainstorming. Dentre outras, lembro que dissemos que ela era uma menina muito fria, mas que era fácil de dobrar, que podia ser um namoro escondido dos pais dele pq a qq hora podia escondê-la em qualquer canto da estante, que ela tinha um problema sério pois era muito avoada, e além disso muito estouradinha também, precisava que ele sempre remendasse ela... além disso, ela tinha sempre o péssimo hábito de estar permanentemente de boca aberta, apesar das insistentes solicitações dadas por ele para que ela fechasse a boca... mas até que em certos momentos ele não reclamava disso... mas, no fundo, no fundo, na hora que tava mais gostoso, ela pegava, se estourava toda e saía fora, toda avoada!

Soneca, essa sim chama-se, de fato, Luciana (é o nome dela no catálogo)



Logicamente, essa seqüência de zoações fez a cabeça do Soneca começar a girar, e ele, como sempre cheio de Limão Brahma, soltou talvez uma das maiores pérolas (das inúmeras que ele já disse):

"ORA, POMBAS, MAS POR QUE VOCÊS ME SACANEIAM TANTO??!!"

Daí então que o mesmo ficou por meses sendo sacaneado pela Hélia e por tudo, ainda mais e mais, até deixá-lo transtornado e inconformado com nossa insistência em pegar no pé dele. A história do Atelier, contada no post anterior pelo Adriano, foi no dia que ele finalmente levou a Luciana num encontro, onde só estava os 3 e eu. Foi talvez o dia mais célebre, nós nos segurando enormemente para não chamá-la de Hélia, e ele, do nada, ainda solta (e repetiu diversas vezes) que queria abrir um atelier, e a gente "Não Soneca, o que a menina vai pensar de você?" mas não teve jeito, o emulador de macho que ele tinha deu general failure e só restou a nós tentar explicar à Luciana que isso ocorria de vez em quando, mas no dia seguinte, quando ele acordasse e o sistema tivesse rebootado, estaria (presume-se) tudo funcionando normal de novo.

Sergio Telles já lembrou de outra declaração do Soneca, ávido em defesa de seu ídolo, feita numa viagem a Maricá mas essa fica para o outro post. E para mostrar que o Soneca não foi o único a viver romances com bonecas infláveis, cliquem aqui e leiam um crime causado por um amor mal compreendido.
"Ahh, eu quero mesmo é abrir um, um, um, atelier!"

Continuando a semana de "homenagens" ao nosso ilustre colega Sr. Pacheco Soneca, ou dudu-xêxê como sempre gostava de ser chamado.

Mesmo quando portava o seu estojo, presente ganho na segunda-série, Soneca apresentava-se como um homem a frente de seu tempo. Sempre com idéias para modificar o mundo de forma a que todas as casas de laser fossem transformadas em enormes bibliotecas cosmológicas.

Aluno de profunda visão, enxergava a estrela "aldebaram" a olho nú e durante o dia. Sempre que bebia limão brama com cerveja, ou o "guaraná strong" do cefet.

Anotava tudo que acontecia no seu diário, desde as coisas mais inúteis até inutilidades completas. Sempre mostrava suas poesias para todos, incluindo a famosa "foda-se"! Soneca! Coloque sua poesia foda-se (ou seria dane-se) neste Blog!

Amigo de muitas conversas e rodadas de cerveja, Soneca, com sua aparente sonolência, causada por excesso de muito sono, sempre causava furor com suas idéias sobre buracos negros, tendo recebido o dúbio apelido "buraco" por algum tempo.

Visitante assíduo em casas, digamos, usando os eufemismos que me são peculiar, de putas. Soneca sempre frequentava durante o dia, para verificar as condições do ambiente e dos produtos, sem utilizar a consumação mínima. Estes incidentes ficaram conhecidos como "visitas técnicas".

Até quando deslocou a rótula, durante a execução de um passo de dança mortal na festa de formatura, mostrou-se muito positivo e até bem humorado ao dizer ao médico que encontrava-se totalmente só-só-só-sóbrio.

Apreciador das belezas da vida, como um "alexander" ou compartilhar a barraca com seu amigo EEEdvaaaar, Soneca sempre possuia um espírito empreendedor, capaz de executar as maiores maravilhas eletrônicas como seus maiores projetos: "a risada eletrônica" e o "gerador ruído de chuva".

Bom, é isso, esqueci certamente outras histórias mas voltarei em breve, essa é a semana do Soneca! Ai cocô!

Adriano Martins Moutinho
é fã do soneca e jogador
veterano de pitfall.

domingo, janeiro 11, 2004

PERSONAGEM DA SEMANA
SONECA




Dono de uma inteligência muitas vezes incompreendida, nosso ilustre líder foi de certo a pessoa responsável pela existência do projeto do GIDAT como um todo. Desde a liderança que teve ao comandar os temas que seriam abordados, ao planejamento interno que se equilibrava entre à falta de verbas que constantemente eu alertava a todos do grupo, ao ser o porta-voz dentro da comissão organizadora do EDUTEC-FETEC, das megalomanias do Bruninho que queria fazer a abertura do stand com a transmissão ao vivo por tecnologia WAP com o envio de um e-mail do Bill Gates parabenizando-nos pelo nosso feito.

Lembro aqui de uma ocasião singular, quando fomos à Penha para fazer o lay-out do stand num Corel Draw 3.0, na época precisamos contratar um cara que cobrou 40 reais pelo serviço, e era um troço muito fácil, pois o esquema do estande era uma coisa bem simples, a idéia era fazer aquele painel, imprimi-lo (tivemos que ir no Centro pois era o único lugar q tinha plotters capazes de fazer o serviço) e então colar num compensado e furar para que modernos e potentes leds acendessem indicando as etapas de automatização que o estande possuía.

Bem, passamos a tarde inteira desenhando o raio do lay-out do estande, chegou uma hora eu e o Soneca perdemos a paciência com o cara q tinha 10.000 trabalhos simultâneos pra entregar, aí eu perguntei pro cara, q comando q fazia pra arrastar, qual era pra criar um quadrado igual ao anterior (o desenho era muito simples, sem nenhuma sofisticação como legendas e coisas afins, tipo hoje faríamos em 15 minutos em casa numa boa) e pegamos eu e o Soneca (assustado como sempre, nossa, vc vai fazer o trabalho do moço!) e a parada foi parida, já tava escurecendo e a gente ainda tinha que voltar pro CEFET, e a 10 anos atrás sair da Penha para lá era um pouco menos confortável que hoje em dia.

Foi essa sua prudência que em muitas ocasiões permitiram nosso grupo ter o equilíbrio necessário, por exemplo, para segurar a peteca na enorme fila que se formava na entrada do estande nos dias de evento, ele que segurava o pessoal, fazia a apaziguação de ânimos do público, curioso que só, pra ver o que tinha dentro daquela espelunca de pano preto cobrindo (hoje em dia CIPA num deixava passar aquele estande nem a porrada).

E eu, lembro bem, que tinha machucado o joelho na véspera, pouco podia fazer pelo grupo, ainda tinha q ficar recepcionando palestrantes, teve a palestra do Laser, ainda tinha apresentação do teatro... tive que me dividir demais, a escala no GIDAT eu nem sempre dava conta (mas pelo menos não fiquei em casa dormindo, né Brasil?) e acabou q levei aquela semana arrastada exatamente como minha perna estava. Ainda tenho a cicatriz no joelho, e alguma má formação da recuperação sempre teima em me indicar quando irá chover com uma precisão impressionante.

Uma das coisas que eu mais fazia, aproveitando que eu conhecia gente a beça, era superpovoar o estande, ficava dando volta pelos auditórios, onde estava, sempre chamando mais e mais pessoas, ao descer o Soneca ficava cada vez mais revoltado e me chamava num canto e, esbaforido, resmungava: "ANH, Sergio, são só 15 pessoas por vez e essa fila tem quase 100 pessoas, o que que eu faço? Já não sei mais o que dizer a essas pessoas". No primeiro dia, a gente tava realmente preocupado com isso, depois a gente passava de longe, muitas vezes eu tava junto com a Adriana do Teatro, ou o pessoal da Comissão da FETEC, e gritava "Olha lá, aquele enrolão... tá dizendo que aquele pessoal vai ver mundos e fundos, tá enganhando todo mundo!!!" O Soneca ficava uns 15 minutos seguidos esbravejando seus POMBAS até acalmar, quando alguma outra pessoa vinha e fazia novamente o mesmo comentário.

Representa bem nosso respeito pelo Soneca a posição de líder quando tivemos uma reunião com o Diretor, Prof. Raul Russo, hoje aposentado, e com o Prof. Paulo Cesar Bittencourt (doravante mencionado apenas como BIT) numa reunião em que garantimos nossos recursos e a viagem que o Marquise veio a fazer para São Carlos para trazer para exposição o laser de hélio-neônio, além de outros apetrechos, como fibras óticas e afins.

E é com esse respeito, que sempre se fazia representar quando o Gustavo comia a sua borracha, o Paulinho quebrava a sua tampa de caneta, que eu puxava os pelos do seu pescoço (como diria o Flávio, "Soneca, como você é peluuuudo...") que todo mundo sumia com todo o seu material quando ele ia ao banheiro, sendo que restava apenas um enorme buraco vazio na sala (na época, denominado de "hecatombe") e o coitado do Soneca que ficava esbravejando "POMBAS" e "AI, COCÔ" ainda tomava esporro da Profa.(?) Wilma que o expulsava por estar tumultuando a aula.

Lembro, com muito carinho, isso ainda no ano de 1993, portanto antes do GIDAT, quando numa demonstração de puro afeto o Soneca depois de uma tempestade de zoações, ele pegou o caderno de geografia dele e atirou no chão, e gritou pombas de tão alto tom que do início do corredor se escutava. Eu, em sinal de compreensão, não parava de rir, enquanto o Beto, o cara mais compreensivo do grupo, separava a balbúrdia dizendo "Pô Soneca, que ataque de viadagem..."

Essas situações me emocionam muito ao lembrar, o quanto tínhamos de amizade naquele convívio diário. Soneca não passava um dia sequer sem uma tampa de caneta quebrada ou sem uma manga de camisa esgarçada pelo Paulinho. E, mesmo com as adversidades, não desistia de lutar! E, dessa forma, decidiu criar o GIDAT. E, extrapolando os limites do CEFET, posto findo este curso, ele ampliou suas fronteiras e decidiu dedicar-se a um projeto superior, ao qual ele luta até hoje: abrir um atelier.

PS: Falando sério, o Soneca é um daqueles gênios incompreendidos, até por ele mesmo. Está nitidamente sub-aproveitado lá na EMBRATEL, é um cara empreendedor, com visão e capacidade gerencial, que precisa tomar um norte na vida, e tamos todos aqui desejando que esse norte ele encontre logo (a gente qualquer coisa enche ele de porrada até ele tomar vergonha, que nem o lance da Sul América Bem + Fácil, lembram?). Seria um excelente administrador, tem uma visão que vai muito além da de um engenheiro, mostrou dom nisso ao apenas com 17 anos liderar um bando de malucos em 3 projetos simultaneamente, não era fácil não! Não é à toa que estamos valorizando tanto essa passagem dos 10 anos, em boa parte disso é uma homenagem ao real esforço do Soneca que conseguimos um projeto de tal ordem. Acho inclusive que parte dessa feira que hoje sai no jornal e tudo crescer vem daquele esforço que fizemos, demos credibilidade a um evento que a muitos anos era mera exposição de empresas de segunda linha. Mostramos na época que técnicos também podem e merecem a chance de desenvolver pesquisa tecnológica. Com recursos limitadíssimos, fizemos muito e mostramos capacidade de equipe. Imaginem qualquer um de nós fazermos, com a nossa preguiça de adultos, o esforço daquelas noites na casa do Jotalhão ou de sair por toda a cidade catando os componentes, as viagens ao Fundão no 634, dentre diversos outros esforços... Bem difícil mesmo, não?

Pois é, Soneca, para vc e para quem tiver lendo, vamos pensar sempre que podemos ser mais do que somos, e podemos lutar pra conseguir isso. Sei que não somos mais tão inocentes, que o mundo não é aquela maravilha que imaginávamos, mas com a mente positiva e determinação, podemos superar todas as dificuldades. E, unidos, isso é ainda mais fácil.

Como dizia esse seu ídolo que ilustrei esse post, Força Sempre!


Sergio Telles está pregado de sono e cansou de escrever, mas considera seu amigo Soneca um gênio com o potencial desperdiçado, e lutará para que ele mostre seu valor (sem nenhuma conotação homossexual, que fique bem claro!)
Soneca - O Escrivão e líder!

O ano de 1994 poderia ter sido apenas um ano qualquer se não fosse a genialidade de um certo colega nosso, amigo de muitas montagens eletrônicas, de muitas conversas no bloco E, de muitas provas do Lincoln e da FeedBack, e principalmente de muitas reuniões do Gidat.

Idealizador e membro fundador da instituição, o Sr. Carlos Eduardo Lins Pacheco, Soneca, foi o principal elemento motivador de todas os outros no grupo. Possibilitou que uma série de grandes mentes se unisse em prol de um ideal único - A Fetec/94.

Sempre de caderninho na mão, anotando tudo que se falava na reunião, foi o único elemento que participou de todos os grupos, de todas as comissões que ele mesmo "outorgava". Foi o apaziguador de brigas e o motivador de idéias.

De perfil calmo e sereno, ficava as vezes irritado com a infantilidade de alguns, ou de todos os participantes do grupo. Tentava manter uma certa disciplina, uma liderança não autoritária, sempre como alguém que se coloca na frente para resolver todos os problemas e receber todas as pressões, para que fosse possível o trabalho de todos os outros.

Valeu Soneca!!

Adriano Martins Moutinho é jogador
de Street Fighter profissional com
o Ryu e o Ken, além de engenheiro
e técnico de eletrônica.
Vamos popular este blog?

Tenho uma idéia para popular este Blog, escreverei um perfil para o Soneca. Cada um poderia escrever algumas linhas sobre outro elemento do Gidat!