terça-feira, novembro 17, 2009

O primeiro dia do resto daquele mês

O comentário do Sergio foi tão pertinente que mereceu virar post. Até porque, sabe-se lá até quando vão durar os comentários neste blog de novo... Então lá vai!!!

Eu lembro pouca coisa do primeiro dia, lembro das listas num dos pavilhões do Bloco B.

A classificação na primeira fase fui conferir na porta do CEFET, na segunda acompanhei pelo jornal mesmo. Sequer sabia que saía em jornal, de tão desorientado que estava. Meus pais não queriam que eu fizesse e inclusive não queriam pagar a taxa de inscrição pois acreditavam ser dinheiro jogado fora.

Fiz contra a vontade de todo mundo. Valeu de muita coisa, especialmente para minha formação cidadã, já que técnico mesmo nunca me serviu de nada. Isso já tinha percebido antes do fim do curso, poderia ter sabido ainda antes caso fosse minimamente orientado.

Só para completar, o primeiro dia de aula foi 13 de abril de 1992.

Sergio Telles se lembra com precisão de tudo o que aconteceu no primeiro dia de aula, mas já se esqueceu do almoço de ontem, ao contrário de Gustavo Moore, que ainda suspira pelo fabuloso frango frito de 23horas e 17 minutos atrás...

sexta-feira, setembro 18, 2009

Minha estréia no CEFET

Esta é a minha versão do tema do post do Flávio. Desculpem, não esperem originalidade de minha parte...

Sim, ver o nome numa lista de classificados no vestibular é muito bom, agora imagine a mesma sensação de vitótria no início de sua adolescência e imagine seu nome também lá em cima, antes do número 50 (eu fui o 34 ou 37, não me lembro bem). Eu ainda andava meio triste por não ter passado para o Colégio Naval, mas mudei ao ver o orgulho de meus pais, em especial do meu pai, um ex-cefetiano.


Meu garôooouto!!!... Meu paipai!!!!



Fui conduzido a uma sala onde estava minha futura turma. Ainda me lembro de muitos naquela ocasião. O Adilson, o Beto, a Renata, o Sergio (já bem falador)... Paulinho, Flávio, Guilherme, Erica e Gargamel já eram conhecidos da época de Martins, além da Shelly que não foi naquele dia. A primeira impressão foi ótima: a sala enorme não tinha aquele jeitão de cursinho e sim de um colégio tradicional e antigão (que eu já havia visto no diada prova). E o que dizer do enorme pátio com jardim? E as quadras com piscina (podraça, mas piscina)?

Devo confessar que me senti apreensivo pelos poucos veteranos que lá se encontravam e gritavam coisas carinhosas de longe como: "Vai morrer, calourôoo" e davam risadas montruosas... um mimo, uma coisa muito cuti-cuti da parte deles.


Nossos colegas mais velhos foram uns amores


Tivemos uma palestra, ganhamos um manualzinho com mapa das dependências - mapa este que fiz questão de decorar em pouco tempo, tendo colado-o na minha agenda - e depois fizemos um mini-tour pela nossa "cidade-escola". Levaria menos de um ano para que aquilo perdesse o encanto para mim, mas acho que no fundo eu sempre gostei daquele lugar, como se gosta de um time do coração que só perde, ou de um piloto de F-1 que não ganha nada, mas é seu compatriota. Aprendi muito naquele lugar e devo muito ao Cefet, desde aquele dia há quase 20 anos.

Gustavo Moore gostaria de ter uma máquina do tempo para voltar a aquele dia, mas ia aproveitar pra ver o número da loteria da semana seguinte

segunda-feira, setembro 14, 2009

O FATÍDICO DIA

Naqueles idos tempos em que eu ainda acreditava que xereca era algum tipo de inseto.....tive a agradável surpresa de ver meu nome, no jornal Folha Dirigida, entre os primeiros da classificação geral do concurso para ingresso no corpo discente do CEFET-RJ, maravilha das maravilhas.....Meu pai orgulhoso levou-me até lá para conferir turma, curso, etc...que estavam impressos e afixados próximos à entrada.


Eu ainda receoso com essa enxurrada de novidades, enquanto vou fazendo as devidas verificações relativas à minha inscrição, recebo uma estranha saudação: Você também é dessa turma(1A-ELT) ?! Prazer eu sou o Beto! Nosso companheiro integrante do GIDAT, traz até mim uma dura realidade com a qual eu teria de conviver: novos amigos. E ele foi o primeiro de todos os novos(desconsiderando os já conhecidos no Curso Martins), mas ficou só nisso porque eu nunca transo no primeiro encontro.....





Imediatamente após esse contato imediato do 3ºgrau, meu pai e eu fizemos um rápido passeio pelo agradável jardim, tão majestoso e magnífico para uma escola, que me causou profunda e feliz impressão.





Eu ainda não sabia exatamente qual ônibus pegar para chegar até lá, meu pai estava ensinando várias formas diferentes de fazer isso....e eu não entendia nada! Era apenas o início da jornada, mas as merecidas férias tinham chegado e eu ainda não me tinha dado conta da importância destes fatos.


Flávio Quintella não escreveu este texto pensando em anos incríveis.........

quarta-feira, agosto 19, 2009

Como estudávamos (ou não estudávamos) em nossa época

Já havia escrito há alguns anos neste mesmo blog sobre o ambiente sócio-cultural do início e meados dos anos 90 - desculpem, não tenho paciência de procurar, mas acho que foi em 2004 mesmo - e acho que seria uma boa hora de falar menos sobre o mundão pré- torres gêmeas e mais sobre a nossa rotina diária e cotidiana do dia-a-dia estudantil. Vamos por tópicos:

Salas de aula: carteiras de um braço só - coitados dos canhotos - na maioria das salas, quadro negro mofado, giz, ventilador barulhento e sala com tacos soltando. Apesar da descrição macabra, o ambiente das salas era bom. Nos blocos A e B, perto do pátio bem arborizado, havia um misto de tranquilidade e nostalgia já que aquela arquitetura da década de 30 nos fazia lembrar de tempos melhores que não vivemos. Nos blocos C e E, as salas pareciam mais bem pensadas e cuidadas, embora a claridade fosse excessiva de manhã.

Laboratórios: o de eletrônica, vide post anterior. Os de química, física e biologia, bons apesar da falta de conservação. Não gostava muito das aulas de laboratório, mas hoje admito a falta que faziam.

Provas: Ainda haviam resquícios do tempo dos mimeógrafos. Era possível ficar doidão cheirando uma prova de matemática, mas isso era excessão. Quase todas eram impressas e sem recursos anti-cola, como ainda devem ser

Muito prazer: sou um mimeógrafo e exalo forte cheiro de álcool!

Trabalhos: Internet? Esqueça! A biblioteca era importantíssima e fundamental em nossos trabalhos de pesquisa. Tudo à moda antiga mesmo para aqueles tempos: arquivos cheios de fichinhas, cujos dados anotávamos, esperando para manusear o livro. E a entrega do trabalho? Era num negócio listrado esquisito chamado "papel almaço". Raros eram os trabalhos entregues impressos, pelo menos no início do curso.

Matando aula: O jaleco nos dava o poder de bundear por qualquer bairro livremente, mas a comodidade nos levava a cabular aulas nas proximidades da escola. Os bares (leia-se Ceará), lanchonetes, fliperamas e cantinas da região viviam salpicados de alunos do Cefet. A ampla área construída do próprio centro também era opção de lazer para quem tinha "turminhas" em outros cursos ou séries. Este item em particular pode virar outro tópico, pois foi bem interessante relembrá-lo!

Voltando pra casa: Tha big Jalecko power permitia que voltássemos gratuitamente em relativa segurança, mas na época, os motoristas de ônibus nos desprezavam e era muito comum saber de brigas entre colegas de escola e os adoráveis e fofos condutores.

Gustavo Moore provavelmente não saberia voltar a estudar como na época do CEFET. Nem antes!... tá... nem depois também...

sexta-feira, junho 19, 2009

Lugares do CEFET para se visitar antes de morrer:
O LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA


Enquanto alunos de Eletrônica
, passamos quase metade de nosso tempo de curso frequentando o citado local. Como eu o descreveria na época em que entrei: sujo de poeira e papéis de bala jogados pelos alunos (da década de 80), com micros de monitor monocromático e TVs Telefunken (da década de 70) e osciloscópios e geradores de onda importados da Hungria (sério, da década de 40). Haviam carteiras escolares abandonadas em um cantinho, divisórias de metal e vidro rachado separando os setores e o grudento piso em borracha preta só aumentavam o clima mal-assombrado do escurecido local.

O lugar conseguia ao mesmo tempo ser aberto e claustrofóbico e era fácil perceber a presença de algumas pessoas como a perfumada professora Rita, que usava tanta maquiagem, que perdia 2 kg só em lavar
o rosto ou o Eugênio, que andava sempre com uma fila de sorridentes alunos de jaleco atrás. Em anexo ao LabElt, as salas da coordenação, dos professores, de painel e de circuito impresso (a bat-caverna), onde alguns alunos diziam já terem sido atacados por um mestre afoito por jovenzinhos.

Tia Rita no açougue, antes de ir ao salão retocar a maquiagem

Atualmente, apesar de melhor iluminado e dividido, o laboratório continua mal arejado e cinzento e ao menos está mais limpo e melhor equipado. Entretanto, acredito que ainda muitas almas e briocos tenham se perdido desde que deixamos de frequentá-lo (menos o Adriano, já sem alma e brioco)

Gustavo Moore pretendia doar um ar-condicionado ao laboratório se ganhasse na Sena em 94, mas decidiu que seria melhor gastar sua fortuna no fliperama

terça-feira, maio 26, 2009

Churrascão GIDAT 15

Sábado, dia 23 de maio foi realizado o churrasco comemorativo dos 15 anos de GIDAT. Na verdade, ninguém disse que era comemorativo, mas provavelmente os próximos não terão quórum a ponto de se chamarem assim.


Grande e calórico evento, apesar das ausências corriqueiras. A carne estava fresca e suculenta, como na foto acima, e foi preparada a 1,5 m de altura em relação ao solo, seguindo as normas da ABNT (Central Única dos Trabalhadores).

Gustavo Moore compareceu ao evento, mesmo tendo o aniversário de 5 sogras e 3 mães para ir no mesmo dia!!!

domingo, maio 10, 2009


Ainda me lembro daqueles dias macabros, corredores escuros e mentes fantasiosas, do último e famigerado 4º ano do CEFET-RJ, sono e cansaço predominavam devido ao dia de trabalho que quase a totalidade dos alunos tinha, ainda que alguns guerreiros insistissem em avacalhar com a vida alheia mesmo nestas horas......
Em um destes aterrorizantes dias, normais como todos os outros, pudemos verificar fato memorável, não pela nobreza, mas pela sua infâmia.....Estávamos todos em sala, pelo menos corporalmente, supostamente assistindo aula dada pelo Professor Aridio, quando repentinamente escuto um grito, daqueles bem longos e aterrorizantes, que gastam todo o fôlego. Após isso fez-se um curto e infinito silêncio, não digo mortal porque ainda vivo, mas algo que o valha....Nestes pequenos instantes volto de algum lugar do mundo dos sonhos e olho amedrontado para o nosso querido professor, esperando em vão nele encontrar a esperada segurança, e rapidamente percebo que ele está na mesma situação que eu.....
Ainda nos angustiantes instantes, imediatamente após o grande berro, do fundo da sala grita nosso amigo Jotalhão: "Menos um brioco......" Todos riem da piada jocosa, o que alivia um pouco a tensão do momento, mas eu ainda continuava nervoso. Posteriormente disseram que o autor desta façanha foi o Tennessee, que nunca assumiu a autoria, e eu mais puto fiquei.......

quarta-feira, maio 06, 2009

Direto de um site que só o Sergio conhece...
(mas eu sei que é verdade, pois já li sobre)

GE anuncia disco capaz de armazenar 100 DVDs


A multinacional americana General Electric anunciou nesta segunda-feira ter desenvolvido um disco ótico capaz de armazenar 500 gigabytes de informação, o equivalente a 100 DVDs.
O disco, que usa uma tecnologia chamada de micro-holográfica, tem o mesmo tamanho de um DVD normal.

"O desenvolvimento da GE é um enorme passo no sentido de trazer a próxima geração de tecnologia de armazenamento digital ao consumidor final", disse o comunicado, assinado pelo chefe do departamento de pesquisa em armazenamento holográfico da empresa, Brian Lawrence.

"O dia em que você vai poder guardar sua coleção completa de filmes de alta definição em um único disco, compatível com formatos de alta resolução, como a TV de 3D, está mais próximo do que você pensa", disse ele.

Hologramas


Os discos com tecnologia blu-ray, usados atualmente para guardar grande quantidade de informações, podem armazenar atualmente entre 25GB e 50GB.

Os discos micro-holográficos têm maior capacidade porque conseguem armazenar dados nas três dimensões, na forma de hologramas, em vez de em apenas pedaços da superfície do disco.
O desafio para esta área de tecnologia era aumentar a capacidade de reflexão dos hologramas que são armazenados nos discos para que os tocadores possam ser usados tanto para ler como escrever nos discos.

"Muito recentemente a GE fez melhorias substanciais nos materiais, permitindo aumentos significativos na quantidade de luz que pode ser refletida nos hologramas", disse o comunicado de Lawrence.

Quanto maior a capacidade de reflexão, maior a capacidade de armazenamento do disco.
A tecnologia micro-holográfica tem sido uma das principais áreas de pesquisa para armazenamento em décadas. De forma geral, os discos são considerados meios confiáveis e eficientes para o armazenamento.

Gustavo Moore publicou, mas o crédito da pesquisa é de Sergio Telles

EDIT por Sergio Telles: A fonte é a BBC Brasil e foi amplamente divulgado pelo resto da imprensa. Lembrando que por mais que a tecnologia evolua o Soneca ainda gosta é de CD.

segunda-feira, abril 13, 2009

PROFISSÃO: PROFESSOR
Perfil: Leo Feldman


Comeeeeça mais um fantástico post do blog do Gidat! Acerte o seu aí que eu arredondo o meu aqui!

Faltou falar de um professor de Educação Física, pior das matérias escolares na minha opinião. LF era a cara da educação física: aquele jeito meio sargentão estressado que lembrava um bocado o Bernardinho. Juiz de futebol nas horas vagas, chegou a apitar algumas finais de estadual - uma eu me lembro bem, pois o Flamengo foi campeão em cima do Vasco

Uma coisa boa nele era o fato de ele não se negar a discutir seus próprios lances polêmicos. Sergio um dia foi reclamar de um lance que prejudicou seu Botafogo - time geralmente bom, mas sempre azarado, principalmente com arbitragem - e Leo respondeu, justificou sua própria decisão sem medo de contra-ataque do torcedor enfurecido

Tal medo seria justificável, uma vez que num jogo pelo Brasileiro, ele apitou um lance contra o Grêmio (um pênalti, se não me engano) e alguns torcedores, digamos, lhe fizeram uns carinhos à moda gaúcha, deixando seu olho roxo. No dia seguinte, chegou para dar aula com cara de poucos amigos e óculos escuros e qual não foi sua surpresa ao ver um de nossos colegas, Eduardo Chiote, beijando uma camisa do Grêmio. A reação de LF foi aquela que não se espera de um juiz: começou a gritar e ameaçar o pobre menino, que inocentemente sorria e dava um tchauzinho para o mestre enfurecido, que estava sendo seguro por cinco outros professores

Há uns 5 ou 6 anos atrás, eu via ao acaso um jogo na Record e lá o ouvi comentando o mesmo, fazendo as vezes de Arnaldo César Coelho. Acredito que ainda atue como comentarista ou consultor na área.

Fiiiim de post!

Gustavo Moore acha que tanto gremistas quanto colorados são um bando de gaúchos!

quinta-feira, abril 09, 2009

Bem-vindo ao clube, Brasil!!!

Nosso girininho cresceu! Finalmente Anderson Brasil juntou seus trapinhos, seus livros de xadrez e seus discos do axé blond com a querida amiga Márcia - não, Sergio, não é Aline! - e agora vai com suas bagagens para quixeramobim, de acordo com o cartório, mesmo não tendo revelado seu sexo (na verdade ele revelou, mas ninguém entendeu o que disse), foi dado o OK e hoje, AB joga no time dos casados.
AB esbanjou bom-humor na hora
da sentença, digo, do sim

O casamento ocorreu em uma ilha distante do pacífico, rodeada por vulcões, dinossauros e áreas de testes nucleares que lembram muito a terra natal de Brasil: o planeta B-612. Márcia e AB planejam ter muitos rebentos, que devem ser lindos, mas sem antenas e rodinhas

Gustavo Moore não foi convidado para não ter que contar piadinhas infames como essas do post

domingo, abril 05, 2009

Bando de biba, agora as postagens do blog do GIDAT serão enviadas para o e-mail de alguns, de forma a que vocês visitem aqui com maior frequência.

Só uma observação, esse ano o GIDAT comemora 15 anos e portanto teremos atividades especiais.

Outra observação, a bicha do Brasil casou-se e não falou nada pra ninguém.

quarta-feira, março 25, 2009

Lugares do CEFET para se visitar antes de morrer:
BLOCO E, DE ESQUEÇA

Prédio central do Cefet-RJ, a imponente construção abriga o que há de mais avançado em termos de tecnologia, causando inveja à Nasa, ao MIT, ao ITA e mais 20 territórios a sua escolha. O orçamento destinado ao espigão era tão alto que chegou até a ter (atenção) DOIS, eu disse DOIS elevadores funcionando simultaneamente (lágrimas vêm em meus olhos)!!!

Era dividido em cinco andares:

O simpático térreo tinha bancos de praça. Era refúgio de calouros na época do trote e dos alunos mais velhos que iam lá para falar besteira e procriar.

O segundo andar compreendia algumas salas burocráticas que ninguém fazia questão de visitar e um posto médico sem medicamentos, além de uma ligação com outros blocos, lugar onde alguns alunos iam para procriar.

O terceiro andar tinha algumas salas de aula destinadas a educação tecnológica, como as aulas de informática em que aprendíamos a usar o utilíssimo paintbrush e o moderníssimo DOS. A iluminação precaríssima e o clima broxante eram perfeitos para a procriação de alunos.

O quarto andar tinha salas de aula e um estúdio de TV abandonado onde Soneca ia ver filmes de pessoas procriando.

O quinto andar tinha mais salas de aula e um terraço perfeito para uma procriaçãozinha!

O E Block Trade Center já foi alvo de inúmeros atentados ao pudor

Já houve um atentado à bomba de verdade no Bloco E, que fez uma professora de matemática perder os dedos, mas parece que não acharam o culpado. Ou seja, muitos eram os tipos de sacanagem que rolavam naquele edifício. Um dos suspeitos era Café, o ascensorista/camelô que atuava na área e que estaria com uma dívida não paga de dois chokitos, mas isso é história pra outro post. Não um de minha autoria!

Ah, e não podemos nos esquecer, que graças à Fetec, que rola anualmente nas dependências do citado bloco, o Gidat se encontrava regularmente para falar de tecnologia, fliperamas, babaquices adolescentes... e até pra trabalhar!!!

Gustavo Moore frequentava muito o Bloco E, mas, infelizmente, só para estudar...

segunda-feira, janeiro 26, 2009

GIDAT 10 ANOS - O 5o ANO

E não é que este blog chegou a seu quinto ano? Depois de um longo período inativo e solitário, as coisas começam a voltar por aqui. Já pensei em mudar seu nome para GIDAT 15 ANOS, mas essa decisão não pode ser minha - não sou dono do blog e nem fui sócio-fundador do GIDAT.

Gostaria de não ser o único a escrever nele, aliás, gostaria de não ser o único a pelo menos ler e cuidar dele de vez em quando... talvez eu seja um daqueles caras que vive no passado e acaba esquecendo de envelhecer. Bem, em todo caso, tomei uma decisão: caso nenhum dos colaboradores mais se manifeste acerca do blog, pararei de escrever nele este ano. Talvez arranje um blog próprio em que conte as meeeesmas histórias que contei aqui, coisa que evitei antes pois achei que num blog em comum com os amigos, mais assuntos surgiriam.

Bem, então vamos lá! Ainda quero fazer mais "Profissão Professor" e outros artigos que acho interessantes até o fim do ano, que espero não ser o de despedida, hein?

Gustavo Moore já tomou sal de frutas Eno e já viu Procurando Nemo, mas garante que não é emo